segunda-feira, 22 de abril de 2019
segunda-feira, 16 de abril de 2012
O SACRÁRIO NÃO ESTAVA ATRAS DA CURTINA ROXA'''''''''''''''''''''''''''''''''''
Mais um extraordinário sinal de fé do povo de nossa região demonstrado por pessoa simples de uma comunidade que se deixam impregna-se pela marcante experiência do encontro pessoal e comunitário com o Senhor.
Fui convidado a pregar mais um retiro para famílias em uma de nossas comunidades do interior e mais uma vez fui surpreendido pelo exemplo de fé daqueles que adoram o Senhor em Espírito e verdade.
Ao adentrar aquela pequena capela com capacidade para cem pessoas uma grande toalha roxa que cobria parte da parede do altar atraiu minha atenção, pois era quaresma. Aquele tecido cobrindo o que havia por trás do mesmo provocava certo mistério e nos convidava a dobrar os joelhos e entrar em oração. Pois cada pessoa que entrava naquele ambiente demonstrava uma grande reverencia e alguns minutos de silencio pessoal com o olhar em direção ao altar.
O encontro começou e olhar daqueles nos ouviam estavam sempre divido entre nós ao tecido roxo e para o altar. No dia seguinte a mesma cena se reproduz com a entrada de cada pessoa á capela.
Naquela manhã de domingo decidimos iniciar nosso encontro com a Celebração da Palavra e logo quis saber quem seria o ministro extraordinário da comunhão para dirigir o culto. “E para minha surpresa eles disseram: ‘‘Nós não temos ministros aqui na comunidade, pois não temos a Eucaristia.” Logo fui envolvido de curiosidade para saber se o que havia atrás do tecido roxo; se não seria um sacrário. Uma das senhoras levantou a toalha e nos diz: só temos o crucifixo, uma imagem de nossa senhora, outra do Divino Espírito Santo e o altar. Ela, fazendo um sinal de reverencia diz: “vamos começar a nossa celebração, já estamos atrasados.”
A Celebração se inicia com toda reverencia de um grande momento celebrativos, a começar pelo respeito que os mesmo tem para com o altar, sempre com muito zelo. E toda essa atmosfera gera uma serenidade para com aqueles que vieram realmente se encontrar com Deus, e participam ativamente de todos os rituais celebrativos, especialmente no silencio do canto da comunhão.
Esses sinas das marcas do sagrado acontecem todos os domingos de forma muito simples e silenciosa na vida daqueles que se reúnem como irmãos na comunidade do Divino Espírito Santo em um vilarejo conhecido como Quara-juba no município da São da Ponta ha 120 Km de Belém-PA.
Em um desses domingos, venha aprender com os simples como celebrar o dia do Senhor e ser um adorador em Espírito e verdade em uma humilde e aconchegante capela que naquelas manhãs é iluminado pelo brilho do sol que é refletido nas aguas de um braço rio que banha a frente da mesma.
Fui convidado a pregar mais um retiro para famílias em uma de nossas comunidades do interior e mais uma vez fui surpreendido pelo exemplo de fé daqueles que adoram o Senhor em Espírito e verdade.
Ao adentrar aquela pequena capela com capacidade para cem pessoas uma grande toalha roxa que cobria parte da parede do altar atraiu minha atenção, pois era quaresma. Aquele tecido cobrindo o que havia por trás do mesmo provocava certo mistério e nos convidava a dobrar os joelhos e entrar em oração. Pois cada pessoa que entrava naquele ambiente demonstrava uma grande reverencia e alguns minutos de silencio pessoal com o olhar em direção ao altar.
O encontro começou e olhar daqueles nos ouviam estavam sempre divido entre nós ao tecido roxo e para o altar. No dia seguinte a mesma cena se reproduz com a entrada de cada pessoa á capela.
Naquela manhã de domingo decidimos iniciar nosso encontro com a Celebração da Palavra e logo quis saber quem seria o ministro extraordinário da comunhão para dirigir o culto. “E para minha surpresa eles disseram: ‘‘Nós não temos ministros aqui na comunidade, pois não temos a Eucaristia.” Logo fui envolvido de curiosidade para saber se o que havia atrás do tecido roxo; se não seria um sacrário. Uma das senhoras levantou a toalha e nos diz: só temos o crucifixo, uma imagem de nossa senhora, outra do Divino Espírito Santo e o altar. Ela, fazendo um sinal de reverencia diz: “vamos começar a nossa celebração, já estamos atrasados.”
A Celebração se inicia com toda reverencia de um grande momento celebrativos, a começar pelo respeito que os mesmo tem para com o altar, sempre com muito zelo. E toda essa atmosfera gera uma serenidade para com aqueles que vieram realmente se encontrar com Deus, e participam ativamente de todos os rituais celebrativos, especialmente no silencio do canto da comunhão.
Esses sinas das marcas do sagrado acontecem todos os domingos de forma muito simples e silenciosa na vida daqueles que se reúnem como irmãos na comunidade do Divino Espírito Santo em um vilarejo conhecido como Quara-juba no município da São da Ponta ha 120 Km de Belém-PA.
Em um desses domingos, venha aprender com os simples como celebrar o dia do Senhor e ser um adorador em Espírito e verdade em uma humilde e aconchegante capela que naquelas manhãs é iluminado pelo brilho do sol que é refletido nas aguas de um braço rio que banha a frente da mesma.
sábado, 14 de janeiro de 2012
CRISTÃOS DE MASCARAS
Cada vez que me deparo diante de um ícone da imagem do sagrado coração de Jesus me recorda o Coração amoroso de Deus Pai que arde com um desejo infinito de que seus filhos sejam santos. “Pois eu sou o Senhor, vosso Deus. Vós vos santificareis e sereis santos, porque eu sou santo.” Lv. 11, 44.
O que você faz em sua comunidade? Seja qual for sua tarefa na vida da mesma ela deve ser instrumento de santificação para você e aos que estão a sua volta. È muito triste quando encontramos pessoas que ainda não compreenderam isso e atrapalham a ação de Deus em suas vidas e na vida de outros.
É muito comum encontrarmos pessoas que tem boa vontade em colaborar na vida de nossas paróquias, comunidades e assim como em outras denominações religiosas nos diversos e variados serviços através de seus dons. E isso muito bom e louvável e foi um desejo que surgiu no Concilio Vaticano II.
No entanto alguns são tentados a manter um nível de santidade que ainda não possuem e tal atitude ao invés ajudar atrapalham a atuação de quem deveria fazer ou de outros que gostariam de se colar a serviço, mas não se sentem acolhido por não atingirem ainda a santidade de quem já desempenha essas tarefas.
E esses problemas geralmente surgem através de pessoas que estão “contaminados por uma espiritualidade egocêntrica”, onde tudo deve girar em torno daquele que “acha que sabe tudo”. E quando essa pessoa contaminada por esse vírus assume a coordenação de algo, ai toda comunidade poderá ser será contaminada por uma santidade medíocre e farisaica.
Tentando manter uma imagem de santos geralmente gastamos nossas energias emocionais, espiritual e maior parte de nosso tempo para confeccionar e usar nossas mascaras de “bonzinhos.” Na vida de nossas comunidades e em nosso convívio social.
E o que é ainda pior é que muitas vezes nós, contaminados por esse vírus nos comportamos da mesma maneira com Deus em nossos momentos de oração pessoal e comunitário e agimos assim como os fariseus agiam. “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Sois como sepulcros caiados: por fora parecem belos, mas por dentro estão cheios de ossos de cadáveres e de toda podridão! Mt 23. 27.
O nosso testemunho na comunidade com o que fazemos ou ainda iremos fazer deve deixar rastros do Sagrado por onde servimos, para que outros vejam e seguindo as marcas bonitas que deixamos com aquilo que fazemos desejem fazer também por amor a Deus no irmão.
O que você faz em sua comunidade? Seja qual for sua tarefa na vida da mesma ela deve ser instrumento de santificação para você e aos que estão a sua volta. È muito triste quando encontramos pessoas que ainda não compreenderam isso e atrapalham a ação de Deus em suas vidas e na vida de outros.
É muito comum encontrarmos pessoas que tem boa vontade em colaborar na vida de nossas paróquias, comunidades e assim como em outras denominações religiosas nos diversos e variados serviços através de seus dons. E isso muito bom e louvável e foi um desejo que surgiu no Concilio Vaticano II.
No entanto alguns são tentados a manter um nível de santidade que ainda não possuem e tal atitude ao invés ajudar atrapalham a atuação de quem deveria fazer ou de outros que gostariam de se colar a serviço, mas não se sentem acolhido por não atingirem ainda a santidade de quem já desempenha essas tarefas.
E esses problemas geralmente surgem através de pessoas que estão “contaminados por uma espiritualidade egocêntrica”, onde tudo deve girar em torno daquele que “acha que sabe tudo”. E quando essa pessoa contaminada por esse vírus assume a coordenação de algo, ai toda comunidade poderá ser será contaminada por uma santidade medíocre e farisaica.
Tentando manter uma imagem de santos geralmente gastamos nossas energias emocionais, espiritual e maior parte de nosso tempo para confeccionar e usar nossas mascaras de “bonzinhos.” Na vida de nossas comunidades e em nosso convívio social.
E o que é ainda pior é que muitas vezes nós, contaminados por esse vírus nos comportamos da mesma maneira com Deus em nossos momentos de oração pessoal e comunitário e agimos assim como os fariseus agiam. “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Sois como sepulcros caiados: por fora parecem belos, mas por dentro estão cheios de ossos de cadáveres e de toda podridão! Mt 23. 27.
O nosso testemunho na comunidade com o que fazemos ou ainda iremos fazer deve deixar rastros do Sagrado por onde servimos, para que outros vejam e seguindo as marcas bonitas que deixamos com aquilo que fazemos desejem fazer também por amor a Deus no irmão.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
EM BUSCA DE PROSPERIDADES PARA O NOVO ANO
É próprio do ser humano no final de cada ano avaliar o passado vivido e planejar o futuro incerto. Atitude essa que provoca no mesmo a consciência de que necessita de um ser transcendente. No entanto ao perceber sua fragilidade frente aos desafios da vida vai em busca das promessas de prosperidades nos mais diversos locais ofertados onde a mesma não estar presentes.
É muito comum nos finais de dezembro surgirem as mais variadas e absurdas propostas de uma vida mais prospera com uma diversidades de propostas do tipo : simpatias, banhos, oferendas, astrologia, numerologia e há até aqueles que apresentam um deus mágico. que vai derrama uma “bênção poderosa” para abençoar “tudo que você fizer” no novo ano.
Esta cultura é diabólica. Pois a mesma tem o objetivo de afasta ainda mais as pessoas do verdadeiro Deus da Prosperidade. Enquanto Jesus a traves de sua encarnação, paixão, morte e ressurreição fez o impossível para atrair os filhos amados de Deus para o Mesmo .O demônio com suas propostas mencionadas a cima tem como objetivo desviar nossa direção do poder de Deus que tudo providencia para o nosso bem estar de acordo com nossas necessidades humanas e espiritual e nos direciona para a criatura, fazendo com que atribuamos poder a elas. Agindo assim estaríamos praticando uma idolatria desfaçada. Ex 20,4.
Outro fenômeno diabólico que esta muito presente em nossos tempos é o de usar o nome de Jesus para vender a imagem de um deus mágico; que resolve todos os problemas desde que estejamos dentro dos “grupinhos dos certos que ofertam um deusinho Mister M” que resolve tudo, seja qual for o problema como que num passe de mágica. No entanto a benção ofertada por eles será maior conforme a quantidade de zeros que aparecem em seus dízimos e ofertas.
Porem o próprio Jesus diz: " Deste modo sereis os filhos de vosso Pai do céu, pois ele faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos. Mt, 5. 45. Independentemente do que somos ou fizermos Deus já esta nos abençoando constantemente.
Na primeira leitura da liturgia do primeiro dia do ano civil encontramos de onde provem nossa verdadeira Prosperidade, isto é da Palavra do Deus verdadeiro, que não é mágico mas um Pai Providente e atento e que esta abençoando mesmo quando não lembramos de pedir por tal mérito. “pagar”. O Senhor falou a Moisés, dizendo: “Fala a Aarão e a seus filhos: Ao abençoar os filhos de Israel, dizei-lhes: ‘O Senhor te abençoe e te guarde! O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face, e se compadeça de ti! O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz!’ Assim invocarão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei”. Num, 6. 22. 27. Esta abenção estará a nossa inteira disposição na celebração Eucarística do dia 01 de janeiro de 2012 em qualquer Igreija Catolica no mundo.
Nossa Diocese de Castanhal tem como meta neste novo ano que todos nos sejamos COMO JESUS. E para sermos como Ele o caminho mais próximo de nós é conhecendo-o através de sua Palavra que deve nortear nossos passos. Um grande desejo que brotou em nossos corações em nossa ultima assembléia diocesano no ultimo mês de novembro é que as quartas feiras sejam vividas tendo como eixo atmosférico a Palavra de Deus. Assim alem dos inúmeros encontros que já acontecem nas casa as noites desejamos nós que a Palavra de Deus fosse entronizada em nossas casas sobre nossas mesas em todas as manhãs de quarta feiras e permanece ate o fim da noite e assim teríamos as Palavras da Prosperidades nos tornando mais Prósperos no Amor de Deus e com os irmos.
São os votos de Prosperidades do Paz inquietante a você e sua Família.
Odair Souza e Família. Feliz 2012
É muito comum nos finais de dezembro surgirem as mais variadas e absurdas propostas de uma vida mais prospera com uma diversidades de propostas do tipo : simpatias, banhos, oferendas, astrologia, numerologia e há até aqueles que apresentam um deus mágico. que vai derrama uma “bênção poderosa” para abençoar “tudo que você fizer” no novo ano.
Esta cultura é diabólica. Pois a mesma tem o objetivo de afasta ainda mais as pessoas do verdadeiro Deus da Prosperidade. Enquanto Jesus a traves de sua encarnação, paixão, morte e ressurreição fez o impossível para atrair os filhos amados de Deus para o Mesmo .O demônio com suas propostas mencionadas a cima tem como objetivo desviar nossa direção do poder de Deus que tudo providencia para o nosso bem estar de acordo com nossas necessidades humanas e espiritual e nos direciona para a criatura, fazendo com que atribuamos poder a elas. Agindo assim estaríamos praticando uma idolatria desfaçada. Ex 20,4.
Outro fenômeno diabólico que esta muito presente em nossos tempos é o de usar o nome de Jesus para vender a imagem de um deus mágico; que resolve todos os problemas desde que estejamos dentro dos “grupinhos dos certos que ofertam um deusinho Mister M” que resolve tudo, seja qual for o problema como que num passe de mágica. No entanto a benção ofertada por eles será maior conforme a quantidade de zeros que aparecem em seus dízimos e ofertas.
Porem o próprio Jesus diz: " Deste modo sereis os filhos de vosso Pai do céu, pois ele faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos. Mt, 5. 45. Independentemente do que somos ou fizermos Deus já esta nos abençoando constantemente.
Na primeira leitura da liturgia do primeiro dia do ano civil encontramos de onde provem nossa verdadeira Prosperidade, isto é da Palavra do Deus verdadeiro, que não é mágico mas um Pai Providente e atento e que esta abençoando mesmo quando não lembramos de pedir por tal mérito. “pagar”. O Senhor falou a Moisés, dizendo: “Fala a Aarão e a seus filhos: Ao abençoar os filhos de Israel, dizei-lhes: ‘O Senhor te abençoe e te guarde! O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face, e se compadeça de ti! O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz!’ Assim invocarão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei”. Num, 6. 22. 27. Esta abenção estará a nossa inteira disposição na celebração Eucarística do dia 01 de janeiro de 2012 em qualquer Igreija Catolica no mundo.
Nossa Diocese de Castanhal tem como meta neste novo ano que todos nos sejamos COMO JESUS. E para sermos como Ele o caminho mais próximo de nós é conhecendo-o através de sua Palavra que deve nortear nossos passos. Um grande desejo que brotou em nossos corações em nossa ultima assembléia diocesano no ultimo mês de novembro é que as quartas feiras sejam vividas tendo como eixo atmosférico a Palavra de Deus. Assim alem dos inúmeros encontros que já acontecem nas casa as noites desejamos nós que a Palavra de Deus fosse entronizada em nossas casas sobre nossas mesas em todas as manhãs de quarta feiras e permanece ate o fim da noite e assim teríamos as Palavras da Prosperidades nos tornando mais Prósperos no Amor de Deus e com os irmos.
São os votos de Prosperidades do Paz inquietante a você e sua Família.
Odair Souza e Família. Feliz 2012
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
MENINA PARAENSE DE 12 ANOS QUE DESEJA FICAR GRAVIDA DE JESUS
Ao adentrar a majestosa e imponente catedral de Castanha santa Maria mãe de Deus; logo nos sentimos acolhidos ao contemplar uma belíssima imagem pouco conhecida de nossa senhora grávida. E com uma das mãos sobre a barriga como que anunciando as dores do parto e a outra faz um gesto um tanto enigmático deixando sempre no coração dos visitantes duas inquietas provocações, pois os mesmos não sabem se a mesma esta os acolhendo ou os enviando.
Naquela noite de 18 de outubro de 2011 ao se aproximar da mesma nos olhos de minha filha de doze anos surge um brilho diferente e seu coração é envolvido de curiosidade ao perceber que há o perfil de uma criança dento da barriga da imagem. E logo ao chegarmos em casa deseja saber tal significado.
E como “pai/catequista” tentei traduzir o que o artista quer nos transmitir com sua obra e disse-lhe: “na anunciação do anjo Gabriel (o mensageiro de Deus) aconteceu pela ação do Espírito Santo o mistério da encarnação do Verbo. Ou seja, nossa senhora que ao ouvir e aceitar a Palavra de Deus é fecundada pela ação Divina e fica grávida do menino Jesus. (Cof Lc 1, 26 - 56)
Portanto quando ouvimos e aceitamos a Palavra de Deus e nos alimentamos do Pão da Eucaristia acontece o mesmo processo conosco: também somos fecundados pela Trindade e “ficamos grávidos de Deus”. E cada vez que transformamos o que celebramos em gestos de Caridade para com o próximo, especialmente os mais necessitados estaremos dando a luz ao Senhor na vida daqueles que nós nos disponibilizamos a servir com gratidão.
Mas quando percebo que o outro, “que é meu irmão” sofre e não faço nada para aliviar ou curar sua dor; ao invés de fazer um parto de Jesus em sua vida “eu” estaria praticando um aborto do mesmo.
“Pois cada vez que transformamos os nossos momentos celebrativos em ações evangélicas que promovam a vida estamos fazendo um novo parto de Jesus em nossa sociedade que cada vez mais precisa de “cristãos grávidos e parindo constantemente a manifestação de Deus”. E que na escola da “Grávida Maria” aprendamos, que quanto mais cheios de Deus tivermos, mais devemos servir o outro”.
Meu coração de “pai/catequista” dançou de alegria no Espírito quando ela, minha filha exclamou: “então no fim do ano vou ficar grávida de Jesus; pois em dezembro será minha primeira comunhão.”
Naquela noite de 18 de outubro de 2011 ao se aproximar da mesma nos olhos de minha filha de doze anos surge um brilho diferente e seu coração é envolvido de curiosidade ao perceber que há o perfil de uma criança dento da barriga da imagem. E logo ao chegarmos em casa deseja saber tal significado.
E como “pai/catequista” tentei traduzir o que o artista quer nos transmitir com sua obra e disse-lhe: “na anunciação do anjo Gabriel (o mensageiro de Deus) aconteceu pela ação do Espírito Santo o mistério da encarnação do Verbo. Ou seja, nossa senhora que ao ouvir e aceitar a Palavra de Deus é fecundada pela ação Divina e fica grávida do menino Jesus. (Cof Lc 1, 26 - 56)
Portanto quando ouvimos e aceitamos a Palavra de Deus e nos alimentamos do Pão da Eucaristia acontece o mesmo processo conosco: também somos fecundados pela Trindade e “ficamos grávidos de Deus”. E cada vez que transformamos o que celebramos em gestos de Caridade para com o próximo, especialmente os mais necessitados estaremos dando a luz ao Senhor na vida daqueles que nós nos disponibilizamos a servir com gratidão.
Mas quando percebo que o outro, “que é meu irmão” sofre e não faço nada para aliviar ou curar sua dor; ao invés de fazer um parto de Jesus em sua vida “eu” estaria praticando um aborto do mesmo.
“Pois cada vez que transformamos os nossos momentos celebrativos em ações evangélicas que promovam a vida estamos fazendo um novo parto de Jesus em nossa sociedade que cada vez mais precisa de “cristãos grávidos e parindo constantemente a manifestação de Deus”. E que na escola da “Grávida Maria” aprendamos, que quanto mais cheios de Deus tivermos, mais devemos servir o outro”.
Meu coração de “pai/catequista” dançou de alegria no Espírito quando ela, minha filha exclamou: “então no fim do ano vou ficar grávida de Jesus; pois em dezembro será minha primeira comunhão.”
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
PARA AQUELES QUE AINDA NÃO APRENDERAM A PARTICIPAR DO CIRIO
O Padre Fabio de Melo canta em um dos versos da canção Cirios:
“É por isso que, na alma de todo paraense, a vida é sempre outubro...".
Fazendo referencia ao Cirio de Belém, que acontece todo segundo domingo de outubro, considerada como a maior manifestação religiosa do mundo. Na mesma a pequena imagem de Maria, mãe de Jesus apresenta seu Filho que esta em seu colo para a grande multidão de fies que geralmente não percebem, pois a mesma reuni cada um deles naquele local para fazer o que ela sempre fez: apresentar seu filho, o Salvador as homens.
As imagens Católicas representam homens e mulheres que tiveram suas vidas iluminadas pelas luzes do Evangelho. Assim como a mãe de Jesus. Por isso quando olhamos para uma recordamos as lições de vida daquela pessoa logo os sinais expressos na mesma nos conduzem em direção a Deus. Basta observa com um olhar atento as imagens de nossa Senhora com o menino Jesus ao seu colo; em especial a de nossa senhora de Nazaré. A mesma esta sempre com um gesto natural de qualquer mãe que deseja apresentar seu filho a quem quiser ver.
O Cirio e as romarias são festas “sempre promovidas por ela” nas diversas regiões do estado do Pará tem sempre um único objetivo: nos mostrar o menino Salvador. Quando contemplamos nas prossições “aquela imagem da virgem com seu filho no colo de rosto sempre voltado a nós” no imenso mar de romeiros seria como que ela gritasse lá da berlinda a frente da multidão: “Olhem o meu filho, o Emanoel. Adorem, acolham, aceitem e ame-o.”
Um detalhe que pode passar despercebido ao longo das romarias, mas tem muito a nos ensina. Observa que a imagem leva o filho no colo. Imaginemos a seguinte ação: se colocarmos uma criança ao colo, logo a mesma ficara a frente de nosso corpo, pois dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço. Se o menino Jesus vai ao colo da imagem de nossa senhora de Nazaré, pela lei da física é a imagem do menino Jesus que vai a frente das romarias e não a de nossa senhora que mais uma vez só esta nos apresentado seu filho.
Mas muitos que estão com os ouvidos e coração voltados para os outros detalhes da festa não percebem nos sinais simples da pequena imagem o que a mesma esta ensinando e mais um ano não conhecem Aquele que o Cirio quis apresentar.
Nossa senhora de Nazaré em cada romaria, seja ele pequena ou grande nos reuni da mesma forma que reuniu os discípulo nas bodas de canã para simplesmente dizer: “fazei tudo que eles vos mandar” Jo. 2,5. Isto acontece nos momentos das homilias, dos cantos e orações que em cada manifestação Mariana e Celebrada. Pois toda movimentação culmina em torno do banquete da Eucaristia, isto é ouvindo a palavra do seu filho que saindo do seu colo deseja entrar em nossa vida. como alimento.
Não somente no mês de outubro em Belém, mas em todo estado do Para ao longo de todo ano seu objetivo é sempre o mesmo desde quando ela começou sua missão evangelizadora nestas terras Paraenses em uma época de escassez de Sacerdotes no início do processo de evangelização. Ela que com sua simplicidade foi entrando nas cidade, ilhas, fazendas, ribeirinhos e nas casas visitando e preparando o caminho nos corações do povo paraense para conhecer, acolher e amar seu filho. No entanto quem acolhia o seu menino acolhia também a mãe, pois foi ela que nos ensinou como era seu filho para que aprendêssemos ama-lo como ela o ama.
Se na alma de todo paraense a vida é sempre outubro; é por que dentro de cada peito bate um coração Mariano durante o ano inteiro!!! .
“É por isso que, na alma de todo paraense, a vida é sempre outubro...".
Fazendo referencia ao Cirio de Belém, que acontece todo segundo domingo de outubro, considerada como a maior manifestação religiosa do mundo. Na mesma a pequena imagem de Maria, mãe de Jesus apresenta seu Filho que esta em seu colo para a grande multidão de fies que geralmente não percebem, pois a mesma reuni cada um deles naquele local para fazer o que ela sempre fez: apresentar seu filho, o Salvador as homens.
As imagens Católicas representam homens e mulheres que tiveram suas vidas iluminadas pelas luzes do Evangelho. Assim como a mãe de Jesus. Por isso quando olhamos para uma recordamos as lições de vida daquela pessoa logo os sinais expressos na mesma nos conduzem em direção a Deus. Basta observa com um olhar atento as imagens de nossa Senhora com o menino Jesus ao seu colo; em especial a de nossa senhora de Nazaré. A mesma esta sempre com um gesto natural de qualquer mãe que deseja apresentar seu filho a quem quiser ver.
O Cirio e as romarias são festas “sempre promovidas por ela” nas diversas regiões do estado do Pará tem sempre um único objetivo: nos mostrar o menino Salvador. Quando contemplamos nas prossições “aquela imagem da virgem com seu filho no colo de rosto sempre voltado a nós” no imenso mar de romeiros seria como que ela gritasse lá da berlinda a frente da multidão: “Olhem o meu filho, o Emanoel. Adorem, acolham, aceitem e ame-o.”
Um detalhe que pode passar despercebido ao longo das romarias, mas tem muito a nos ensina. Observa que a imagem leva o filho no colo. Imaginemos a seguinte ação: se colocarmos uma criança ao colo, logo a mesma ficara a frente de nosso corpo, pois dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço. Se o menino Jesus vai ao colo da imagem de nossa senhora de Nazaré, pela lei da física é a imagem do menino Jesus que vai a frente das romarias e não a de nossa senhora que mais uma vez só esta nos apresentado seu filho.
Mas muitos que estão com os ouvidos e coração voltados para os outros detalhes da festa não percebem nos sinais simples da pequena imagem o que a mesma esta ensinando e mais um ano não conhecem Aquele que o Cirio quis apresentar.
Nossa senhora de Nazaré em cada romaria, seja ele pequena ou grande nos reuni da mesma forma que reuniu os discípulo nas bodas de canã para simplesmente dizer: “fazei tudo que eles vos mandar” Jo. 2,5. Isto acontece nos momentos das homilias, dos cantos e orações que em cada manifestação Mariana e Celebrada. Pois toda movimentação culmina em torno do banquete da Eucaristia, isto é ouvindo a palavra do seu filho que saindo do seu colo deseja entrar em nossa vida. como alimento.
Não somente no mês de outubro em Belém, mas em todo estado do Para ao longo de todo ano seu objetivo é sempre o mesmo desde quando ela começou sua missão evangelizadora nestas terras Paraenses em uma época de escassez de Sacerdotes no início do processo de evangelização. Ela que com sua simplicidade foi entrando nas cidade, ilhas, fazendas, ribeirinhos e nas casas visitando e preparando o caminho nos corações do povo paraense para conhecer, acolher e amar seu filho. No entanto quem acolhia o seu menino acolhia também a mãe, pois foi ela que nos ensinou como era seu filho para que aprendêssemos ama-lo como ela o ama.
Se na alma de todo paraense a vida é sempre outubro; é por que dentro de cada peito bate um coração Mariano durante o ano inteiro!!! .
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
AOS LEIGOS, QUE INVADIRAM AS SACRISTIAS E ESQUECERAM SUAS CASAS
“Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens.” Mt 5. 13.
O campo de atuação missionária do leigo é a sua vida em suas diversas dimensões, pois é lá que o mesmo tempera o mundo em que vive com o sal do Evangelho através de seu testemunho de vida .
Muitos ainda não descobriram sua missão dentro da Igreja e gastam seu tempo precioso em ações muitas vezes infecundas dentro dos limites do templo. Basta um olhar atento antes e após a Celebração da Eucarística que logo percebemos o fluxo de pessoas em torno do Padre entrando e saindo da sacristia. São tantos os que querem esta próximo do sacerdote, e aqueles que de alguma forma desejam ajudar que as colisões entre eles são inevitáveis em virtude do pouco espaço tão bem disputado por aqueles que desejam colaborar. E muitas vezes desempenhando tarefa que é de responsabilidade do Padre e da equipe de acólitos.
Outro fenômeno muito comum encontrado neste mesmo ambiente paroquial e comunitário é formado por aquelas pessoas que gastão maior parte do seu tempo em atividades da vida eclesial envolvidos nos diversas serviços, pastorais e nos movimentos eclesiais. E muitas vezes terminam participando das atividades ou reuniões em todas as noites de sua semana. No entanto quando agimos desta forma esquecemos que nossa vocação é a vida familiar; onde devemos gastar a maior parte de nosso tempo.
Segundo Dom João Bosco Óliver – Arcebispo de Diamantina
“Os Leigos são cristãos que têm uma missão especial na Igreja e na sociedade. Pelo batismo, receberam essa vocação que devem vivê-la intensamente a serviço do Reino de Deus. (...) Dentro da comunidade eclesial, os leigos são chamados a desempenhar diversas tarefas: catequista, Ministro da Eucaristia, agente das diferentes pastorais, serviço aos pobres e aos doentes. São chamados também a colaborar no governo paroquial e diocesano, participando de conselhos pastorais e econômicos”.
É muito louvável quando encontramos leigos que fizeram a bela e inesquecível experiência do encontro pessoal com Cristo ressuscitados e “disponibilizam parte do seu tempo colaborando com seus dons na vida paróquia ou comunitária”. Mas infelizmente é comum encontrarmos dento de nossas “sacristias” pessoas que caíram na armadilha do ativismo religioso e muitos destes usam suas atividades nos serviços, pastorais e movimentos como fuga dos problemas familiares e pessoais. Tais pessoas acabam ficando sem tempo para “Celebrar os momentos Sagrados da vida Familiar em suas casas” e conseqüentemente não encontram tempo para os momentos de intimidades com o Senhor em momentos de oração pessoal. No entanto agindo desta forma não percebem que causam problemas de relacionamentos na vida comunitária e em seu convívio familiar.
Ainda afirma o Bispo Dom João Bosco Óliver “(...)Por isso o papel do leigo não é ficar o dia todo na igreja, mas ser fermento nesses campos de vida e de atuação, ser "sal da terra e luz do mundo". Nesses ambientes deve se empenhar para a construção efetiva do Reino de Deus. (...) Quando os leigos assumem de fato sua missão específica, podemos sonhar com uma nova ordem social.” Mas são muitos os que ainda não compreenderam a beleza de sua missão e gastando maior parte de seu tempo dentro das sacristias são como o sal dentro do saleiro; enquanto seu mundo; isto é o seu ciclo de convivência familiar e social não faz a bonita experiência de Cristo através de seu testemunho.
Se o leigo compreende o verdadeiro sentido de sua missão no mundo “como colaborador da vida eclesial” o mesmo teria um papel fundamental no crescimento das ações pastorais em sua comunidade. Pois bastava que o mesmo assumisse uma das diversas atividades, e assim gastando uma ou dois noites de sua semana para desenvolver bem o que lhe fora confiado. Isto sem contar com o Domingo que já pertence ao Senhor e a convivência familiar. Desta forma teríamos mais pessoas engajadas nos serviços pastorais, mais famílias felizes e leigos com uma consciência equilibrada de sua missão como colaborador na missão da Igreja neste mundo que precisa ser salgado com sal do Evangelho.
O campo de atuação missionária do leigo é a sua vida em suas diversas dimensões, pois é lá que o mesmo tempera o mundo em que vive com o sal do Evangelho através de seu testemunho de vida .
Muitos ainda não descobriram sua missão dentro da Igreja e gastam seu tempo precioso em ações muitas vezes infecundas dentro dos limites do templo. Basta um olhar atento antes e após a Celebração da Eucarística que logo percebemos o fluxo de pessoas em torno do Padre entrando e saindo da sacristia. São tantos os que querem esta próximo do sacerdote, e aqueles que de alguma forma desejam ajudar que as colisões entre eles são inevitáveis em virtude do pouco espaço tão bem disputado por aqueles que desejam colaborar. E muitas vezes desempenhando tarefa que é de responsabilidade do Padre e da equipe de acólitos.
Outro fenômeno muito comum encontrado neste mesmo ambiente paroquial e comunitário é formado por aquelas pessoas que gastão maior parte do seu tempo em atividades da vida eclesial envolvidos nos diversas serviços, pastorais e nos movimentos eclesiais. E muitas vezes terminam participando das atividades ou reuniões em todas as noites de sua semana. No entanto quando agimos desta forma esquecemos que nossa vocação é a vida familiar; onde devemos gastar a maior parte de nosso tempo.
Segundo Dom João Bosco Óliver – Arcebispo de Diamantina
“Os Leigos são cristãos que têm uma missão especial na Igreja e na sociedade. Pelo batismo, receberam essa vocação que devem vivê-la intensamente a serviço do Reino de Deus. (...) Dentro da comunidade eclesial, os leigos são chamados a desempenhar diversas tarefas: catequista, Ministro da Eucaristia, agente das diferentes pastorais, serviço aos pobres e aos doentes. São chamados também a colaborar no governo paroquial e diocesano, participando de conselhos pastorais e econômicos”.
É muito louvável quando encontramos leigos que fizeram a bela e inesquecível experiência do encontro pessoal com Cristo ressuscitados e “disponibilizam parte do seu tempo colaborando com seus dons na vida paróquia ou comunitária”. Mas infelizmente é comum encontrarmos dento de nossas “sacristias” pessoas que caíram na armadilha do ativismo religioso e muitos destes usam suas atividades nos serviços, pastorais e movimentos como fuga dos problemas familiares e pessoais. Tais pessoas acabam ficando sem tempo para “Celebrar os momentos Sagrados da vida Familiar em suas casas” e conseqüentemente não encontram tempo para os momentos de intimidades com o Senhor em momentos de oração pessoal. No entanto agindo desta forma não percebem que causam problemas de relacionamentos na vida comunitária e em seu convívio familiar.
Ainda afirma o Bispo Dom João Bosco Óliver “(...)Por isso o papel do leigo não é ficar o dia todo na igreja, mas ser fermento nesses campos de vida e de atuação, ser "sal da terra e luz do mundo". Nesses ambientes deve se empenhar para a construção efetiva do Reino de Deus. (...) Quando os leigos assumem de fato sua missão específica, podemos sonhar com uma nova ordem social.” Mas são muitos os que ainda não compreenderam a beleza de sua missão e gastando maior parte de seu tempo dentro das sacristias são como o sal dentro do saleiro; enquanto seu mundo; isto é o seu ciclo de convivência familiar e social não faz a bonita experiência de Cristo através de seu testemunho.
Se o leigo compreende o verdadeiro sentido de sua missão no mundo “como colaborador da vida eclesial” o mesmo teria um papel fundamental no crescimento das ações pastorais em sua comunidade. Pois bastava que o mesmo assumisse uma das diversas atividades, e assim gastando uma ou dois noites de sua semana para desenvolver bem o que lhe fora confiado. Isto sem contar com o Domingo que já pertence ao Senhor e a convivência familiar. Desta forma teríamos mais pessoas engajadas nos serviços pastorais, mais famílias felizes e leigos com uma consciência equilibrada de sua missão como colaborador na missão da Igreja neste mundo que precisa ser salgado com sal do Evangelho.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
O ENCONTRO COM O AMADO
“A verdadeira oração e aquela que brota do interior de nossas necessidades humanas”. (Dom Carlos Verzelett)
Toda nossa espiritualidade deve esta centrada na experiência do encontro pessoal com o Senhor Jesus, que é o verdadeiro sentido de nossa vocação. Somos chamados a ‘’ficar perto dele’’ Mc 3, 13-14
Somos chamados ‘’primeiro a conhecer melhor o mestre’’ a fazer uma experiência única e profunda do mistério de seu amor incansável e infinito, como fez aqueles homens ‘’rudes’’ que eram muitos parecido com cada um de nós.
Um encontro é sempre momento de transformação e descoberta um do outro. Onde um se deixa invadir pela presença do estar com o outro que deseja ser compreendido. E quem se sente compreendido certamente sentira-se amado. Isto é oração pessoal. Onde deixo que o Senhor, o Amado me compreenda. E isso só acontece quando ha uma boa comunicação entre o amado, o Senhor e o amante, o orante. E cada momento forte com o Senhor tem sempre lugar e hora marcada, como um encontro que é agendado com quem desejo falar.
Por diversas vezes encontradas textos evangélicos onde estão os “aprendizes de oração pessoal estão a sós com o Senhor” nas escadas do templo, em casa no monte no mar. E é em momentos naturais do dia-dia da vida deles que o Senhor se revela; e os mesmos se deixa conhecer pelo mestre. Isto é intimidade com o Senhor, Isto é ser intimo do mestre. Oração pessoal é isto: à medida que vou me deixando ser intimo de Deus ;o Mesmo vai se tornando intimo também. Pois um só entra na vida do outro quando há abertura, acolhimento e compreensão. E é isso que o Senhor deseja encontrar no coração do orante.
Muitos que desejam percorrer nos caminhos da oração pessoal não se encontram com o Senhor; “pois estão feridos por aqueles invadiram suas intimidades” tem medo de abrir novamente as portas de seus corações para uma nova relação com receio de novas feridas. E assim, inconscientemente como agem nas suas relações superficiais humanas chegam na maioria das vezes para oração pessoal da mesma forma e trilham caminhos que as deixam ainda mais distante do Amado que esta a espera do orante, o amante.
O grande desejo de Deus é que o homem faça uma experiência pessoal e concreta do seu amor incondicional e infinito, pois diante de toda a obra criada por ele, é o homem que é objeto do seu querer diz o salmista no salmo oito.
Em nossa missão somos chamados como batizados a oferecer aos outros o amor de um Deus que é apaixonado pelo homem, mas como anunciar esse amor se não o experimentamos em nossa ‘’carne’’. Assim como Paulo disse e viveu: “Eu vivo. Mas, não sou eu que vivo. È Cristo que vive em mim”. O apostolo Paulo falava de um Jesus que havia experimentado. Por isso se atreveu a falar tais Palavras.
Somos tentados a manter um nível de santidade que ainda não possuímos em nossa caminhada espiritual. Gastamos maior parte de nosso tempo para confeccionar e usar “nossas mascaras de bonzinhos” assim como os fariseus. E inconscientemente agimos assim com os que estão a nossa volta “e muitas vezes nos comportamos da mesma maneira com Deus em nossos momentos de oração pessoal e comunitário.”
O cristão não é chamados só para “falar de Jesus como se fosse um apresentador de um produto”, mas somos convocado a encarnar aquele que anunciamos e testemunhamos; isto é transforma em carne o evangelho em todas as dimensões da vida diária.
E isso só será possível com docilidade ao Espírito Santo. Pois em nossas orações não sabemos o que pedi. Mas, se deixamos Ele nos iluminar e nos mostrar os caminhos que devemos percorrer em nosso interior tão cheio de sobras promovida pelo pecado encontraremos caminhos que promoveram encontros inesquecíveis com o Amado que serão transformadores. Pois ninguém sai da mesma forma de um encontro com o Senhor.
A leitura diária da Palavra de Deus deve ser sempre a baliza que devera medir o ritimo de nossos passos na caminhada. Pois será a conduta iluminada pelas luzes do evangelho que o cristão mostrarar os frutos dos momentos de intimidade com o Senhor para os seus “Porque se torna santificado pela palavra de Deus e pela oração”.ITm 4,5
Toda nossa espiritualidade deve esta centrada na experiência do encontro pessoal com o Senhor Jesus, que é o verdadeiro sentido de nossa vocação. Somos chamados a ‘’ficar perto dele’’ Mc 3, 13-14
Somos chamados ‘’primeiro a conhecer melhor o mestre’’ a fazer uma experiência única e profunda do mistério de seu amor incansável e infinito, como fez aqueles homens ‘’rudes’’ que eram muitos parecido com cada um de nós.
Um encontro é sempre momento de transformação e descoberta um do outro. Onde um se deixa invadir pela presença do estar com o outro que deseja ser compreendido. E quem se sente compreendido certamente sentira-se amado. Isto é oração pessoal. Onde deixo que o Senhor, o Amado me compreenda. E isso só acontece quando ha uma boa comunicação entre o amado, o Senhor e o amante, o orante. E cada momento forte com o Senhor tem sempre lugar e hora marcada, como um encontro que é agendado com quem desejo falar.
Por diversas vezes encontradas textos evangélicos onde estão os “aprendizes de oração pessoal estão a sós com o Senhor” nas escadas do templo, em casa no monte no mar. E é em momentos naturais do dia-dia da vida deles que o Senhor se revela; e os mesmos se deixa conhecer pelo mestre. Isto é intimidade com o Senhor, Isto é ser intimo do mestre. Oração pessoal é isto: à medida que vou me deixando ser intimo de Deus ;o Mesmo vai se tornando intimo também. Pois um só entra na vida do outro quando há abertura, acolhimento e compreensão. E é isso que o Senhor deseja encontrar no coração do orante.
Muitos que desejam percorrer nos caminhos da oração pessoal não se encontram com o Senhor; “pois estão feridos por aqueles invadiram suas intimidades” tem medo de abrir novamente as portas de seus corações para uma nova relação com receio de novas feridas. E assim, inconscientemente como agem nas suas relações superficiais humanas chegam na maioria das vezes para oração pessoal da mesma forma e trilham caminhos que as deixam ainda mais distante do Amado que esta a espera do orante, o amante.
O grande desejo de Deus é que o homem faça uma experiência pessoal e concreta do seu amor incondicional e infinito, pois diante de toda a obra criada por ele, é o homem que é objeto do seu querer diz o salmista no salmo oito.
Em nossa missão somos chamados como batizados a oferecer aos outros o amor de um Deus que é apaixonado pelo homem, mas como anunciar esse amor se não o experimentamos em nossa ‘’carne’’. Assim como Paulo disse e viveu: “Eu vivo. Mas, não sou eu que vivo. È Cristo que vive em mim”. O apostolo Paulo falava de um Jesus que havia experimentado. Por isso se atreveu a falar tais Palavras.
Somos tentados a manter um nível de santidade que ainda não possuímos em nossa caminhada espiritual. Gastamos maior parte de nosso tempo para confeccionar e usar “nossas mascaras de bonzinhos” assim como os fariseus. E inconscientemente agimos assim com os que estão a nossa volta “e muitas vezes nos comportamos da mesma maneira com Deus em nossos momentos de oração pessoal e comunitário.”
O cristão não é chamados só para “falar de Jesus como se fosse um apresentador de um produto”, mas somos convocado a encarnar aquele que anunciamos e testemunhamos; isto é transforma em carne o evangelho em todas as dimensões da vida diária.
E isso só será possível com docilidade ao Espírito Santo. Pois em nossas orações não sabemos o que pedi. Mas, se deixamos Ele nos iluminar e nos mostrar os caminhos que devemos percorrer em nosso interior tão cheio de sobras promovida pelo pecado encontraremos caminhos que promoveram encontros inesquecíveis com o Amado que serão transformadores. Pois ninguém sai da mesma forma de um encontro com o Senhor.
A leitura diária da Palavra de Deus deve ser sempre a baliza que devera medir o ritimo de nossos passos na caminhada. Pois será a conduta iluminada pelas luzes do evangelho que o cristão mostrarar os frutos dos momentos de intimidade com o Senhor para os seus “Porque se torna santificado pela palavra de Deus e pela oração”.ITm 4,5
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
A COMUNIDADE, NINHO QUENTE DO ESPIRITO SANTO.
Ao contrario do que muitos imaginam o primeiro dom do Espírito Santo não foi as manifestações dos carismas, mas o milagre da vida em comunidade: “Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. At 2,1. Quando nos reunimos em comunidades como irmãos e não como adversário em busca do poder na mesma e nos deixamos ser atraídos pelo amor de um para com o outro na vida comunitária por menor que esta seja. o Senhor faz diariamente “o derramamento de suas bênçãos como nos demonstra o salmista:
“...Oh, como é bom, como é agradável para irmãos unidos viverem juntos. É como um óleo suave derramado sobre a fronte, e que desce para a barba, a barba de Aarão, para correr em seguida até a orla de seu manto. É como o orvalho do Hermon, que desce pela colina de Sião; pois ali derrama o Senhor a vida e uma bênção eterna.” Sl 132.
Uma comunidade que faz a experiência da comunhão entre os seus experimente constantemente os milagres que estão escondidos no desafio de cada relação. Pois a mesma é provocada pela ação amorosa do Pai que derrama seu Amor sem cessar sobre os bons e maus: “...pois ele faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos.” Mt 5,45.
Toda relação é desafio e descoberta de um para com o outro. E deveria ser sempre motivada pela experiência do amor de Deus que com sua pedagogia nos ensina como devemos amar. O ser humano tem uma grande necessidade de relacionar-se, pois o mesmo é por natureza um ser social. E muitos fogem do desafio da vida comunitária por medo das relações. No entanto será a mesma que o moldara. Recordo de uma historinha que aconteceu na era glacial: “ muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo esta situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente. Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam calor. E, por isso, tornavam a se afastar uns dos outros.
Voltaram a morrer congelados e precisavam fazer uma escolha: desapareciam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
Sobreviveram!
Na vida de comunidade o melhor relacionamento não é aquele que une pessoas santas, mas aquele une o ser humano que é um “canteiro de obras em constante construção”, onde cada um aceita os defeitos do outro e consegue motivado pela calor do amor que brota do coração da Trindade pedir perdão pelos próprios defeitos.
“Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” At ,2. 4. Quando nos sentimos amados na vida comunitária, amor este que é gestado no coração da Trindade, ficamos também cheios de Pentecostes.
Um dos apóstolos do Senhor não quis acreditar no milagre da ressurreição. Cof. Jo 20,25. O Senhor ressuscitado continua a fazer seus milagres na comunidade, pois o mesmo esta vivo e presente na Eucaristia e nos demais sacramentos. Quando não freqüentamos a comunidade assim como Tomé que se afastou de sua comunidade demorou crer na ressurreição. Também nós quando deixamos de freqüentar a mesma ficamos incrédulos assim como Tomé.
No dia de nosso Batismo vieram também todos os dons do Espírito Santo que foram confiados a nós pelo Senhor para que através dos mesmos os batizados tornen-se um colaborador em sua obra salvifica. Estes dons, se colocados a disposição nesta “comunidade ai próximo a sua casa” faria de você uma pessoa cheia do Espírito Santo e uma comunidade melhor por você fazer parte da mesma.
“...Oh, como é bom, como é agradável para irmãos unidos viverem juntos. É como um óleo suave derramado sobre a fronte, e que desce para a barba, a barba de Aarão, para correr em seguida até a orla de seu manto. É como o orvalho do Hermon, que desce pela colina de Sião; pois ali derrama o Senhor a vida e uma bênção eterna.” Sl 132.
Uma comunidade que faz a experiência da comunhão entre os seus experimente constantemente os milagres que estão escondidos no desafio de cada relação. Pois a mesma é provocada pela ação amorosa do Pai que derrama seu Amor sem cessar sobre os bons e maus: “...pois ele faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos.” Mt 5,45.
Toda relação é desafio e descoberta de um para com o outro. E deveria ser sempre motivada pela experiência do amor de Deus que com sua pedagogia nos ensina como devemos amar. O ser humano tem uma grande necessidade de relacionar-se, pois o mesmo é por natureza um ser social. E muitos fogem do desafio da vida comunitária por medo das relações. No entanto será a mesma que o moldara. Recordo de uma historinha que aconteceu na era glacial: “ muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo esta situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente. Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam calor. E, por isso, tornavam a se afastar uns dos outros.
Voltaram a morrer congelados e precisavam fazer uma escolha: desapareciam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
Sobreviveram!
Na vida de comunidade o melhor relacionamento não é aquele que une pessoas santas, mas aquele une o ser humano que é um “canteiro de obras em constante construção”, onde cada um aceita os defeitos do outro e consegue motivado pela calor do amor que brota do coração da Trindade pedir perdão pelos próprios defeitos.
“Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” At ,2. 4. Quando nos sentimos amados na vida comunitária, amor este que é gestado no coração da Trindade, ficamos também cheios de Pentecostes.
Um dos apóstolos do Senhor não quis acreditar no milagre da ressurreição. Cof. Jo 20,25. O Senhor ressuscitado continua a fazer seus milagres na comunidade, pois o mesmo esta vivo e presente na Eucaristia e nos demais sacramentos. Quando não freqüentamos a comunidade assim como Tomé que se afastou de sua comunidade demorou crer na ressurreição. Também nós quando deixamos de freqüentar a mesma ficamos incrédulos assim como Tomé.
No dia de nosso Batismo vieram também todos os dons do Espírito Santo que foram confiados a nós pelo Senhor para que através dos mesmos os batizados tornen-se um colaborador em sua obra salvifica. Estes dons, se colocados a disposição nesta “comunidade ai próximo a sua casa” faria de você uma pessoa cheia do Espírito Santo e uma comunidade melhor por você fazer parte da mesma.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
ESPIRITO SANTO NA VIDA DO CRISTÃO
O Espírito Santo é a grande Promessa de Deus para nós. “Depois disso, acontecerá que derramarei o meu Espírito sobre todo ser vivo: vossos filhos e vossas filhas profetizarão; vossos anciãos terão sonhos, e vossos jovens terão visões”. Jl 3.1. Pois é, esta explosão de Amor do Pai para com o Filho e do filho para com o Pai que gerou o a pessoa do Espírito Santo segundo Santo Agustinho.
E é este Amor que transforma o coração de pedra do homem em coração de carne capaz de amar. “Dar-vos-ei um coração novo e em vós porei um espírito novo; tirar-vos-ei do peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne. Ez 36.26.
O Espírito Santo é a fonte de vida nova. Se quisermos nova vida necessitamos indispensavelmente dessa força assim como canta o salmista: “Como a corça suspira pelas águas vivas, assim minha alma suspira por vós, ó meu Deus Sl.41,2. Só o Espírito Santo nos fortalece, queima, ilumina, purifica, cura, liberta, nos anima, dá alegria e nos dá coragem e força de vencer o pecado.
Condições para receber o Espírito Santo:
Ter sede: assim como á Samaritana: “A mulher suplicou: “Senhor, daí-me deste água, para que eu já não tenha sede....” Jo 8. 15.
Estar aberto: “assim como perdoamos a quem nos ofendido” (o perdão abre o coração para uma ação maior do Espírito Santo,
Pedi-lo , “Senhor, daí-me deste água, para que eu já não tenha sede....” (Jo 8. 15). saber que é Dom gratuito e Já recebemos o Espírito Santo em nosso Batismo, porém Ele dar-nos diariamente seus Dons e Carismas. para fazer em cada ambiente que vivemos uma nova evangelização com Poder de realizar prodígios com nosso testemunho de vida.
É o Espírito Santo que “imprime na vida do cristão o rosto de Jesus ressuscitado” . Pois um dos mais belo fruto do Espírito é a alegria.Gl 2,22 A pessoa que diz ter feito a experiência de Jesus em sua vida mas, não transmite alegria para com os seus ainda não encontrou o Cristo ressuscitado. “ Não vos embriagueis com vinho, que é uma fonte de devassidão, mas enchei-vos do Espírito. Recitai entre vós salmos, hinos e cânticos espirituais. Cantai e celebrai de todo o coração os louvores do Senhor. Rendei graças, sem cessar e por todas as coisas, a Deus Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo! Sujeitai-vos uns aos outros no temor de Cristo”.. Ef 5 18 22.
E é este Amor que transforma o coração de pedra do homem em coração de carne capaz de amar. “Dar-vos-ei um coração novo e em vós porei um espírito novo; tirar-vos-ei do peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne. Ez 36.26.
O Espírito Santo é a fonte de vida nova. Se quisermos nova vida necessitamos indispensavelmente dessa força assim como canta o salmista: “Como a corça suspira pelas águas vivas, assim minha alma suspira por vós, ó meu Deus Sl.41,2. Só o Espírito Santo nos fortalece, queima, ilumina, purifica, cura, liberta, nos anima, dá alegria e nos dá coragem e força de vencer o pecado.
Condições para receber o Espírito Santo:
Ter sede: assim como á Samaritana: “A mulher suplicou: “Senhor, daí-me deste água, para que eu já não tenha sede....” Jo 8. 15.
Estar aberto: “assim como perdoamos a quem nos ofendido” (o perdão abre o coração para uma ação maior do Espírito Santo,
Pedi-lo , “Senhor, daí-me deste água, para que eu já não tenha sede....” (Jo 8. 15). saber que é Dom gratuito e Já recebemos o Espírito Santo em nosso Batismo, porém Ele dar-nos diariamente seus Dons e Carismas. para fazer em cada ambiente que vivemos uma nova evangelização com Poder de realizar prodígios com nosso testemunho de vida.
É o Espírito Santo que “imprime na vida do cristão o rosto de Jesus ressuscitado” . Pois um dos mais belo fruto do Espírito é a alegria.Gl 2,22 A pessoa que diz ter feito a experiência de Jesus em sua vida mas, não transmite alegria para com os seus ainda não encontrou o Cristo ressuscitado. “ Não vos embriagueis com vinho, que é uma fonte de devassidão, mas enchei-vos do Espírito. Recitai entre vós salmos, hinos e cânticos espirituais. Cantai e celebrai de todo o coração os louvores do Senhor. Rendei graças, sem cessar e por todas as coisas, a Deus Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo! Sujeitai-vos uns aos outros no temor de Cristo”.. Ef 5 18 22.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
FÉ E CONVERSÃO
Por natureza somos dotados pela capacidade de acreditar, do contrário não teríamos crescido humana e intelectualmente em nosso processo evolutivo. Essa capacidade de acreditar possui um nome próprio: Fé – “Dom de Deus” (cf. Ef 2,8), a “capacidade de crer naquilo que não se ver...” (cf. Hb 11,1). Essa fé deve nos motivar a viver de acordo com que acreditamos, provocando em nós uma conversão tanto espiritual quanto intelectual. Pois sem essa fé seguida da conversão participaríamos de uma ideologia, onde Deus seria apenas um “milagreiro” ao nosso dispor.
Muitos que se dizem cristãos vivem mergulhados em uma “espiritualidade infecunda” motivada pelo emocional, em momentos de histerias coletivas - motivados por gritos e fundo musical. Erroneamente, muitos destes ainda estão confusos, imaginando que mudanças de hábitos externos possam caracterizá-lo como convertidos. Porém, a conversão não é apenas um fato, mas um processo. Um processo que vai além de mudanças de atitudes. Assim, a conversão torna-se fruto da Fé – originada da capacidade racional de nós, seres humanos – por isso aquela abrange muito mais que mudanças de atitudes, mas também mudanças de pensamento. Fazendo com que o convertido viva motivado pelo que acredita.
No trecho do Evangelho de Mateus, onde Pedro caminha pela águas, seguindo uma ordem de Jesus (cf. Mt 14, 24 – 28), temos a figura de um homem que movido por uma fé, e desconsiderando seus conhecimentos natural de pescador, lança-se a caminhar sobre as águas como se caminha-se sobre a terra firme (fato fisicamente impossível). Quando o mesmo começa afunda pede que Jesus o salve. No entanto Pedro sendo um “nadador nato” não precisaria ser salvo por um “carpinteiro”, mas naquele momento o mesmo quis ser salvo a maneira de Jesus. Quando renunciamos nossos meios de salvação e escolhemos ouvir a voz do senhor isto é fé. Porém, a verdadeira Fé nos leva a buscarmos e acreditarmos em situações humanamente improváveis. É justamente, nesse momento que percebemos que nossas idéias podem ser modificadas, pois não estamos atados a teorias humanas ou leis naturais, mas envolvidos por um desejo de nos entregar e nos deixarmos moldar por Jesus. Quando chegamos a esse ponto, podemos perceber que a nossa condição humana está além daquilo que vemos e tocamos.
Portanto, a verdadeira Fé consiste em nos levar a uma verdadeira conversão – não apenas uma mudança de comportamento, mas uma mudança de pensamento. Uma Fé oriunda da natural capacidade humana de racionalizar aquilo que está ao seu redor, não buscando suas respostas apenas no que pode ser humanamente explicado. Que leva ao homem a voltar-se para o seu Criador, Senhor e Salvador.
Muitos que se dizem cristãos vivem mergulhados em uma “espiritualidade infecunda” motivada pelo emocional, em momentos de histerias coletivas - motivados por gritos e fundo musical. Erroneamente, muitos destes ainda estão confusos, imaginando que mudanças de hábitos externos possam caracterizá-lo como convertidos. Porém, a conversão não é apenas um fato, mas um processo. Um processo que vai além de mudanças de atitudes. Assim, a conversão torna-se fruto da Fé – originada da capacidade racional de nós, seres humanos – por isso aquela abrange muito mais que mudanças de atitudes, mas também mudanças de pensamento. Fazendo com que o convertido viva motivado pelo que acredita.
No trecho do Evangelho de Mateus, onde Pedro caminha pela águas, seguindo uma ordem de Jesus (cf. Mt 14, 24 – 28), temos a figura de um homem que movido por uma fé, e desconsiderando seus conhecimentos natural de pescador, lança-se a caminhar sobre as águas como se caminha-se sobre a terra firme (fato fisicamente impossível). Quando o mesmo começa afunda pede que Jesus o salve. No entanto Pedro sendo um “nadador nato” não precisaria ser salvo por um “carpinteiro”, mas naquele momento o mesmo quis ser salvo a maneira de Jesus. Quando renunciamos nossos meios de salvação e escolhemos ouvir a voz do senhor isto é fé. Porém, a verdadeira Fé nos leva a buscarmos e acreditarmos em situações humanamente improváveis. É justamente, nesse momento que percebemos que nossas idéias podem ser modificadas, pois não estamos atados a teorias humanas ou leis naturais, mas envolvidos por um desejo de nos entregar e nos deixarmos moldar por Jesus. Quando chegamos a esse ponto, podemos perceber que a nossa condição humana está além daquilo que vemos e tocamos.
Portanto, a verdadeira Fé consiste em nos levar a uma verdadeira conversão – não apenas uma mudança de comportamento, mas uma mudança de pensamento. Uma Fé oriunda da natural capacidade humana de racionalizar aquilo que está ao seu redor, não buscando suas respostas apenas no que pode ser humanamente explicado. Que leva ao homem a voltar-se para o seu Criador, Senhor e Salvador.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
JESUS SALVADOR
Desde a criação Deus manifesta o ardente desejo de libertar o homem todo e todo o homem. A princípio, Ele liberta o povo de Israel, seu povo eleito, mas escravizado pelo poder Egípcio (cf. Ex 14, 1 - 30). Porém, não era apenas essa libertação que Deus queria realizar no meio de seu povo eleito, libertação essa que se estendeu a todos nós. Deus assim declara-se nosso Senhor e Salvador (cf. Isaías 45, 25). Porém, quando não mergulhamos no mistério salvífico, revelado na Pessoa de Jesus, corremos o risco de não compreendermos o Plano de Salvação que Deus tem para o homem em sua totalidade.
Quando nosso aparelho de telefone ou algum eletroeletrônico está danificado, provavelmente, nossa primeira iniciativa é procurar o vendedor ou mesmo um especialista e relatar o problema ocorrido. Assim, procuramos um local apropriado, onde poderemos encontrar a solução. Mas o que fazemos ou para onde vamos quando nossos problemas estão não mais em nosso plano material, mas em nossas mentes e corações? Problemas estes que tiram a nossa paz. Muitas vezes acabamos esquecendo que somos partes do grande Plano de Salvação gestado no Coração de Deus.
No Evangelho encontramos a passagem de uma mulher que padecia a 12 de um fluxo de sangue (cf. Mc 5, 25 - 34). Porém, quando já não encontrou solução humana para seu tormento, ela decide entregar-se, confiando sua vida, nas mãos do Único que poderia por fim ao seu sofrimento. Quantas vezes não cometemos o mesmo erro de buscar a solução de nossos problemas longe Daquele que possui o Poder e o Amor para resolvê-los? Por isso, por tantas vezes adentramos ainda mais na infelicidade.
Certa vez, um pregador perguntou: “O que é necessário para acender uma vela?”. Com isso, muitos responderam: “Fósforo...” outros: “Fogo...”. Mas, sorridente, o pregador respondeu: “Basta que ela esteja apagada”. Ou seja, basta apenas que nós pecadores reconheçamos que estamos envoltos da escuridão do pecado. Escuridão que nos impede de vermos a verdadeira Luz que é Cristo. Porém, quando deixamos que essa Luz tome conta de nossa vida, todas as trevas são dissipadas.
Por fim, Paulo traduz na Carta aos Romanos o insondável e infinito a Amor de Deus Pai (cf. Rm 5, 20). Um eterno desejo que o homem esteja em comunhão com Ele. Por esse motivo, ao longo de toda História da Salvação sempre buscou sua amizade. Foi então, com a Paixão, Morte e Ressureição de Seu Filho Único que nos garantir a Salvação, a verdadeira libertação almejada para todo Seu povo, abrindo as portas para retornarmos ao convívio da Comunidade Trinitária. Assim, no Mistério da Cruz todos os homens de todas as nações e de todos os tempos são salvos. Basta apenas, que nós abracemos a Salvação que nos foi oferecida: onde o pecado destroi; Deus derrama seu amor abundantemente no seu Cristo.(cf. Ef 2, 8).
Quando nosso aparelho de telefone ou algum eletroeletrônico está danificado, provavelmente, nossa primeira iniciativa é procurar o vendedor ou mesmo um especialista e relatar o problema ocorrido. Assim, procuramos um local apropriado, onde poderemos encontrar a solução. Mas o que fazemos ou para onde vamos quando nossos problemas estão não mais em nosso plano material, mas em nossas mentes e corações? Problemas estes que tiram a nossa paz. Muitas vezes acabamos esquecendo que somos partes do grande Plano de Salvação gestado no Coração de Deus.
No Evangelho encontramos a passagem de uma mulher que padecia a 12 de um fluxo de sangue (cf. Mc 5, 25 - 34). Porém, quando já não encontrou solução humana para seu tormento, ela decide entregar-se, confiando sua vida, nas mãos do Único que poderia por fim ao seu sofrimento. Quantas vezes não cometemos o mesmo erro de buscar a solução de nossos problemas longe Daquele que possui o Poder e o Amor para resolvê-los? Por isso, por tantas vezes adentramos ainda mais na infelicidade.
Certa vez, um pregador perguntou: “O que é necessário para acender uma vela?”. Com isso, muitos responderam: “Fósforo...” outros: “Fogo...”. Mas, sorridente, o pregador respondeu: “Basta que ela esteja apagada”. Ou seja, basta apenas que nós pecadores reconheçamos que estamos envoltos da escuridão do pecado. Escuridão que nos impede de vermos a verdadeira Luz que é Cristo. Porém, quando deixamos que essa Luz tome conta de nossa vida, todas as trevas são dissipadas.
Por fim, Paulo traduz na Carta aos Romanos o insondável e infinito a Amor de Deus Pai (cf. Rm 5, 20). Um eterno desejo que o homem esteja em comunhão com Ele. Por esse motivo, ao longo de toda História da Salvação sempre buscou sua amizade. Foi então, com a Paixão, Morte e Ressureição de Seu Filho Único que nos garantir a Salvação, a verdadeira libertação almejada para todo Seu povo, abrindo as portas para retornarmos ao convívio da Comunidade Trinitária. Assim, no Mistério da Cruz todos os homens de todas as nações e de todos os tempos são salvos. Basta apenas, que nós abracemos a Salvação que nos foi oferecida: onde o pecado destroi; Deus derrama seu amor abundantemente no seu Cristo.(cf. Ef 2, 8).
domingo, 17 de julho de 2011
OBSTACULOS DA GRAÇA - PECADO
Deus esta constantemente “nos fecundando com o orvalha do seu a Amor” para que nossas vidas sejam reflexo do Mesmo, assim como nos revela o salmista no salmo 132, 3. “ É como o orvalho do hermon, que desce pela colina de Sião; pois ali derrama o Senhor á vida e uma benção eterna.” Não há uma benção maior, eterna e gratuito que o Amor de Deus.Segundo o dicionário Aurélio:”obstáculo é todo tipo de objeto, coisa, ação ou situação que causa um impedimento, forma uma barreira, cria uma dificuldade, um incômodo ou um transtorno para se alcançar objetivos concretos...’’. O termo “obstáculo” resume umas das primeiras causas do pecado em nossas vidas: “a de não percebermos que somos fecundados diariamente com o orvalho do Amor de Deus”.
O demônio, “o pai da mentira” Jo. 8, 44, sabendo de nossa inclinação ao pecado não cessa de nos propor falsas felicidades; sempre bem empacotadas com o brilho da bela embalagem da mentira. O mesmo diariamente e de diversas maneiras está nos oferece coisas que são como obstáculos, que nos impedem de atingir nossa meta: “a de fazer a experiência bonita do amor de Deus na convivência com nossos irmãos. Essa, é sua meta principal!
Os sofrimentos que atormentam o homem não são castigos de Deus, pois do mesmo só podemos receber “benção e vida sem cessar diz o salmista”. Mas, o que realmente faz o ser humano sofrer são as consequências de suas escolhas feitas nas sobras do seu pecado. Quando o mesmo opta em pecar contra si mesmo e ao outrem. Isso, é que gera sofrimento e morte na sociedade, em sua família e em sua vida. Isso é a logica da Vida; como tão bem aprendemos em química: “toda ação provoca uma reação! E a reação do nosso pecado é sofrimento e morte. Foi Jesus quem falou: todos os males que há no mundo é consequência do pecado que sai do coração do homem. cof Mc. 7, 20 22.
Contasse que no império romano havia um castigo muito cruel para um determinado crime. Matava se um homem e prendia com faixas ao corpo do condenado e colocava-se ambos em uma sepultura cavada na pedra. O processo de decomposição do morto corroía a carne do vivo levando o mesmo a óbito. Assim nossos pecados cometidos: não confessados fazem o mesmo processo com nossa alma e muitas vezes com o nosso corpo. Pois não é difícil encontramos a nossa volta pessoas que vivem em ou viveram uma vida de pecado e hoje perderam o verdadeiro sentido de suas vidas e vivem como mortos vivos. Estão amarrados em seus pecados.
Em meio a tantas novidades do mundo moderno e envolvido por elas o homem esta perdendo o sentido do Sagrado em sua existencia e assim a consciência do que é pecado. Portanto para o ’’o homem moderno’’ o pecado é coisa da idade média que estava relacionado ao sexo e a privação do prazer. Hoje basta observarmos com um pouco mais de atenção a maneira que os meios de comunicação social secular abordam esses assuntos em suas programações e comerciais de produtos com “a cultura do relativismo” (tudo e permitido desde que satisfaça minha vontade). No entanto se o Homem deleta os principio do evangelho de sua vida, logo imagina que pode fazer do outro objeto de prazer, “pois o mesmo deixa de ser irmão” e passa a ser visto apenas como uma “coisa” que posso descarta-lo quando o mesmo não mais satisfazer meus prazeres carnais. Fazendo com que o outro que por sua vez se sentiu usado faça o mesmo com quem se relaciona, e assim o ciclo vai crescendo a medida que um se sente no direito de usar do outro. Isso é diabólico.
Mas, diante de todas as misérias que o pecada provoca no mundo e em nós; Deus nos cura, liberta e salva no seu Amor infinito e incondicional. "Onde abundou o pecado, superabundou a Graça" (Rm 5, 20).
O demônio, “o pai da mentira” Jo. 8, 44, sabendo de nossa inclinação ao pecado não cessa de nos propor falsas felicidades; sempre bem empacotadas com o brilho da bela embalagem da mentira. O mesmo diariamente e de diversas maneiras está nos oferece coisas que são como obstáculos, que nos impedem de atingir nossa meta: “a de fazer a experiência bonita do amor de Deus na convivência com nossos irmãos. Essa, é sua meta principal!
Os sofrimentos que atormentam o homem não são castigos de Deus, pois do mesmo só podemos receber “benção e vida sem cessar diz o salmista”. Mas, o que realmente faz o ser humano sofrer são as consequências de suas escolhas feitas nas sobras do seu pecado. Quando o mesmo opta em pecar contra si mesmo e ao outrem. Isso, é que gera sofrimento e morte na sociedade, em sua família e em sua vida. Isso é a logica da Vida; como tão bem aprendemos em química: “toda ação provoca uma reação! E a reação do nosso pecado é sofrimento e morte. Foi Jesus quem falou: todos os males que há no mundo é consequência do pecado que sai do coração do homem. cof Mc. 7, 20 22.
Contasse que no império romano havia um castigo muito cruel para um determinado crime. Matava se um homem e prendia com faixas ao corpo do condenado e colocava-se ambos em uma sepultura cavada na pedra. O processo de decomposição do morto corroía a carne do vivo levando o mesmo a óbito. Assim nossos pecados cometidos: não confessados fazem o mesmo processo com nossa alma e muitas vezes com o nosso corpo. Pois não é difícil encontramos a nossa volta pessoas que vivem em ou viveram uma vida de pecado e hoje perderam o verdadeiro sentido de suas vidas e vivem como mortos vivos. Estão amarrados em seus pecados.
Em meio a tantas novidades do mundo moderno e envolvido por elas o homem esta perdendo o sentido do Sagrado em sua existencia e assim a consciência do que é pecado. Portanto para o ’’o homem moderno’’ o pecado é coisa da idade média que estava relacionado ao sexo e a privação do prazer. Hoje basta observarmos com um pouco mais de atenção a maneira que os meios de comunicação social secular abordam esses assuntos em suas programações e comerciais de produtos com “a cultura do relativismo” (tudo e permitido desde que satisfaça minha vontade). No entanto se o Homem deleta os principio do evangelho de sua vida, logo imagina que pode fazer do outro objeto de prazer, “pois o mesmo deixa de ser irmão” e passa a ser visto apenas como uma “coisa” que posso descarta-lo quando o mesmo não mais satisfazer meus prazeres carnais. Fazendo com que o outro que por sua vez se sentiu usado faça o mesmo com quem se relaciona, e assim o ciclo vai crescendo a medida que um se sente no direito de usar do outro. Isso é diabólico.
Mas, diante de todas as misérias que o pecada provoca no mundo e em nós; Deus nos cura, liberta e salva no seu Amor infinito e incondicional. "Onde abundou o pecado, superabundou a Graça" (Rm 5, 20).
segunda-feira, 11 de julho de 2011
O AMOR MISERICORDIOSO DE DEUS PAI
Se o homem ao longo de sua existência não faz a experiência concreta do amor de Deus, o mesmo nunca compreendera o verdadeiro sentido da vida - Dom do Pai.Estamos vivendo um período de muitas transformações em todas as áreas da vida do ser humano. Nunca houve tantas mudanças em tão pouco tempo. Na área da espiritualidade um fenômeno infantil e muito perigoso ainda persistia de “gritar exigindo a proteção do Poder divino sobre aqueles que o invocam. Estas praticas de gritar invocando o poder do divino era uma muito comum entre os pagãos que se utilizavam para invocar suas divindades como podemos ler ver em: 1 Reis 18.20-24. 30-35, 38-39. Agindo assim nunca perceberemos que o grande poder de Deus se manifesta concretamente na capacidade que o mesmo tem em nos Amar apesar de não merecermos tão grande amor.
O grande poder de Deus nos é revelado em sua imensa misericórdia quando contemplamos á imagem do Cristo crucificado. No crucificado Deus nos revela que somos amados com um amor louco: ao chegar ao ponto de assumir nossa humanidade e morre só para demostrar tão grande Amor. A misericórdia do Pai é tão imensa quanto Ele: nunca terá fim. Pois o Deus que é Pai, nos ama com um amor materno: que nunca esquece de seu filho. Assim como nos relato o livro de Isais “Pode uma mulher esquecer-se daquele que amamenta? Não ter ternura pelo fruto de suas entranhas? (Is. 49, 15 – 16) Enquanto gritamos exigindo o poder e a proteção de Deus o mesmo esta se manifestando em seu Amor que já nos protege. “Veja que nosso nome esta escrito em suas mãos. “Eis que estás gravada na palma de minhas mãos, tenho sempre sob os olhos tuas muralhas.” Is: 49.16 Quem ama cuida. E Deus cuida ainda mais, porque nos ama infinitamente. O amor de Deus é o maior poder que existe no universo. E o mesmo esta totalmente a nossa disposição. Basta aceitarmos. Pois Deus ama cada homem com um Amor incondicional: isto é sem exigir nada (como somos habituados a fazer). Ele, Somente ama. O grande Poder esta em nos amar apesar de nossa natureza pecaminosa. “Pois onde abunda o pecado. superabunda o amor de Deus.” Rm 5.20Nunca esqueço uma senhora muito simples dentro de um ônibus com super lotação. A mesma abraçava uma pequena sacola e fazia o possível para que ninguém esbarrasse em sua tão protegida sacola. Vendo seu esforço em protege-la fui tomado de curiosidade e lhe perguntei: o que há dentro desta sacola. A mesma estampa um belo sorriso com os olhos lagrimejantes diz: “é um bolo que fiz para meu filho querido que esta aniversariando hoje!” E fui surpreendido quando chegamos próximo á uma penitenciaria, ela olhando para o local diz “tenho que descer, é o aniversario do meu filho.
Dizem que o amor de mãe é sobra do Amor de Deus. O exemplo daquela senhora me encinou que Deus sempre faz festa os seus filhos mesmo quando estamos presos pelas grades dos nos nossos pecados. Este É o verdadeiro ‘ Poder de Deus que transforma o homem em sua totalidade.’”
O grande poder de Deus nos é revelado em sua imensa misericórdia quando contemplamos á imagem do Cristo crucificado. No crucificado Deus nos revela que somos amados com um amor louco: ao chegar ao ponto de assumir nossa humanidade e morre só para demostrar tão grande Amor. A misericórdia do Pai é tão imensa quanto Ele: nunca terá fim. Pois o Deus que é Pai, nos ama com um amor materno: que nunca esquece de seu filho. Assim como nos relato o livro de Isais “Pode uma mulher esquecer-se daquele que amamenta? Não ter ternura pelo fruto de suas entranhas? (Is. 49, 15 – 16) Enquanto gritamos exigindo o poder e a proteção de Deus o mesmo esta se manifestando em seu Amor que já nos protege. “Veja que nosso nome esta escrito em suas mãos. “Eis que estás gravada na palma de minhas mãos, tenho sempre sob os olhos tuas muralhas.” Is: 49.16 Quem ama cuida. E Deus cuida ainda mais, porque nos ama infinitamente. O amor de Deus é o maior poder que existe no universo. E o mesmo esta totalmente a nossa disposição. Basta aceitarmos. Pois Deus ama cada homem com um Amor incondicional: isto é sem exigir nada (como somos habituados a fazer). Ele, Somente ama. O grande Poder esta em nos amar apesar de nossa natureza pecaminosa. “Pois onde abunda o pecado. superabunda o amor de Deus.” Rm 5.20Nunca esqueço uma senhora muito simples dentro de um ônibus com super lotação. A mesma abraçava uma pequena sacola e fazia o possível para que ninguém esbarrasse em sua tão protegida sacola. Vendo seu esforço em protege-la fui tomado de curiosidade e lhe perguntei: o que há dentro desta sacola. A mesma estampa um belo sorriso com os olhos lagrimejantes diz: “é um bolo que fiz para meu filho querido que esta aniversariando hoje!” E fui surpreendido quando chegamos próximo á uma penitenciaria, ela olhando para o local diz “tenho que descer, é o aniversario do meu filho.
Dizem que o amor de mãe é sobra do Amor de Deus. O exemplo daquela senhora me encinou que Deus sempre faz festa os seus filhos mesmo quando estamos presos pelas grades dos nos nossos pecados. Este É o verdadeiro ‘ Poder de Deus que transforma o homem em sua totalidade.’”
sábado, 9 de julho de 2011
DEPOIS DE SECULOS A SERPENTE ESTÁ DE FERIAS
Precisa-se de profissional capacitado com boa aparência, arrojado, criativo, sutil, com propostas inovadoras, com facilidade de persuasão, comunicativo que possa permanecer 24 horas no ambiente de trabalho. Salário a combinar.
Para tirar férias da velha serpente pois a mesma a séculos não descansa e percebeu a necessidade de fazer umas especializações pois o velho truque da maça mui apreciosa e boa ao paladar já não atrai com facilidade os filhos de Deus nesses tempos modernos, informatizado e globalizado.
Ao entrar em contato com o informante o mesmo informa que a vaga fora preenchida por uma profissional muito competente e com as qualidades exigidas. e a mesmo já esta em plena atividade todos os dias no ambiente proposto: os nossos lares. E esta ocupando como sempre o centro do jardim; não do éden, mas o centro do jardim familiar: “as nossas salas” (umas são pretas, outras cinzas. Gostam de está na estante ou na parede) e como boa profissional está desempenhando as tarefas que lhe foram propostas: propondo ao homem ser como Deus, ou o que é pior: criando uma cultura consumista onde “Deus atrapalha a felicidade do homem moderno.
Bem canta padre Zezinho, quando diz na canção; De lá do interior: “Sei que a televisão, (...) convence mais cabeças do que o padre lá no altar”.Muitas vezes quando decidimos ir á missa no domingo “na maioria das vezes por desencargo de consciência” chegamos tão imbuídos das propostas de mentiras sugeridas a nós ao longo da semana. Sempre embrulhadas com uma bela embalagem e apresentadas com efeitos especiais acompanhadas ao som de uma melodia envolvente preparada com muito cuidado por ela: á substituta da serpente. Que quando as propostas do evangelho são lançadas La do altar sem os efeitos visuais e sonoros da mentira á mesma, não encontrão mais espaços em nossos corações que preferem as facilidades do consumismo e assim vamos tentando nos escondendo do Senhor da verdade que nos liberta por inteiro.
A grande maioria das TVs seculares com suas grades de programações procura formata o telespectador para aquilo que eles querem que seja “a sua verdade” que tem sempre como objetivo principal esmagar os princípios evangélicos. Para os mesmos o bem da família não tem agradável aspecto e não da audiência e não bom para vender. E só observamos atentamente as propostas: Desenhos animados e violentos para as crianças pela manhã, meio dia jornais com noticias de violências, a tarde programa para os jovens que incentiva o sexo como algo natural: desde que se previna e a noite: as novelas que apresentam os mais variados tipos de crenças e pouco de cristianismo (pois o mesmo liberta) nas mesmas os valores familiares são rasgados enquanto ficamos melancólicos com o romance dos mocinhos principal que não esta bem, assim como nossas relações familiares.
Só para recorda: a serpente esta tirando umas ferias e se especializado, logo esta de volta. Pois a mesma esta sabendo que sua colega esta fazendo melhor que ela. Mas muito cuidado ela vai continuar ai na tua casa ate a outra voltar: jogando o seu bote em você e seu maior patrimônio: sua família.
Para tirar férias da velha serpente pois a mesma a séculos não descansa e percebeu a necessidade de fazer umas especializações pois o velho truque da maça mui apreciosa e boa ao paladar já não atrai com facilidade os filhos de Deus nesses tempos modernos, informatizado e globalizado.
Ao entrar em contato com o informante o mesmo informa que a vaga fora preenchida por uma profissional muito competente e com as qualidades exigidas. e a mesmo já esta em plena atividade todos os dias no ambiente proposto: os nossos lares. E esta ocupando como sempre o centro do jardim; não do éden, mas o centro do jardim familiar: “as nossas salas” (umas são pretas, outras cinzas. Gostam de está na estante ou na parede) e como boa profissional está desempenhando as tarefas que lhe foram propostas: propondo ao homem ser como Deus, ou o que é pior: criando uma cultura consumista onde “Deus atrapalha a felicidade do homem moderno.
Bem canta padre Zezinho, quando diz na canção; De lá do interior: “Sei que a televisão, (...) convence mais cabeças do que o padre lá no altar”.Muitas vezes quando decidimos ir á missa no domingo “na maioria das vezes por desencargo de consciência” chegamos tão imbuídos das propostas de mentiras sugeridas a nós ao longo da semana. Sempre embrulhadas com uma bela embalagem e apresentadas com efeitos especiais acompanhadas ao som de uma melodia envolvente preparada com muito cuidado por ela: á substituta da serpente. Que quando as propostas do evangelho são lançadas La do altar sem os efeitos visuais e sonoros da mentira á mesma, não encontrão mais espaços em nossos corações que preferem as facilidades do consumismo e assim vamos tentando nos escondendo do Senhor da verdade que nos liberta por inteiro.
A grande maioria das TVs seculares com suas grades de programações procura formata o telespectador para aquilo que eles querem que seja “a sua verdade” que tem sempre como objetivo principal esmagar os princípios evangélicos. Para os mesmos o bem da família não tem agradável aspecto e não da audiência e não bom para vender. E só observamos atentamente as propostas: Desenhos animados e violentos para as crianças pela manhã, meio dia jornais com noticias de violências, a tarde programa para os jovens que incentiva o sexo como algo natural: desde que se previna e a noite: as novelas que apresentam os mais variados tipos de crenças e pouco de cristianismo (pois o mesmo liberta) nas mesmas os valores familiares são rasgados enquanto ficamos melancólicos com o romance dos mocinhos principal que não esta bem, assim como nossas relações familiares.
Só para recorda: a serpente esta tirando umas ferias e se especializado, logo esta de volta. Pois a mesma esta sabendo que sua colega esta fazendo melhor que ela. Mas muito cuidado ela vai continuar ai na tua casa ate a outra voltar: jogando o seu bote em você e seu maior patrimônio: sua família.
sábado, 2 de julho de 2011
"Siga estas dicas e logo seu filho será um marginal"
1-Dar tudo o que eles querem.
2-Achar graça quando dizem palavrões.
3-Nunca dar orientações religiosas.
4-Juntar o que eles deixam jogados e desarrumados.
5-Discutir e brigar na presença deles.
6-Abarrotá-los de brinquedos, dinheiro, mimos e super-proteção.
7-Não exigir nada, satisfazer todos os seus desejos.
8-Dar-lhes sempre razão, tomando sempre seu partido.
9-Estar sempre ausentes, não acompanhar, acomodar-se, omitir-se.
10-Nunca elogiar, não dar carinho, não ter tempo e vingar-se.
Encontrei no Livro Famílias Restauradas. "Siga estas dicas e logo seu filho será um marginal", diz Padre Léo.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
GRATIDÃO E DESAFIO
É com o coração transbordando de gratidão e a alma inebriada com o perfume da alegria que agradeço a todos que fizeram deste simples blog um meio me evangelização, por ser mais de mil vezes acessado em menos de dois meses.
Quantas foram as vezes que fomos surpreendidas por uma Palavra de Deus, que de forma muito simples tocou em nosso coração e fazendo-nos refletir sobre o verdadeiro valor da vida sendo iluminadas pelas esplendorosas Luzes emanada dos Evangelhos e dos mais singelos Sinais da manifestações do Sagrado a nossa volta.
Motivados pela Graça de Deus e pelos acessos ao nosso blog, convidamos você, sua família e seus amigos a participarem do I Seminário de Vida no Espírito Santo (SVES) on line. Onde o local de nossos encontros será essa rede social de comunicação.
Nossos encontros iniciarão dia 11 de julho do corrente ano. A cada noite de segunda feira serão postadas nossas reflexões com temas que terão como objetivo central nos proporcionar um forte encontro pessoal com Jesus. Aqui poderemos trocar experiências e partilhar as Graças que Deus manifesta em nossas vidas.Solicitamos a sua confirmação conosco da seguinte forma
1° Acessando o nosso blog e meditando as reflexos.
2° Participando com suas partilhas, postando-as nos comentários em baixo de cada postagem.
3° Divulgando O Seminário de Vida no Espírito Santo aos seu amigos das redes sociais.
Participe também de nosso I SVES on line...
"Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto." Is.55:6.
Quantas foram as vezes que fomos surpreendidas por uma Palavra de Deus, que de forma muito simples tocou em nosso coração e fazendo-nos refletir sobre o verdadeiro valor da vida sendo iluminadas pelas esplendorosas Luzes emanada dos Evangelhos e dos mais singelos Sinais da manifestações do Sagrado a nossa volta.
Motivados pela Graça de Deus e pelos acessos ao nosso blog, convidamos você, sua família e seus amigos a participarem do I Seminário de Vida no Espírito Santo (SVES) on line. Onde o local de nossos encontros será essa rede social de comunicação.
Nossos encontros iniciarão dia 11 de julho do corrente ano. A cada noite de segunda feira serão postadas nossas reflexões com temas que terão como objetivo central nos proporcionar um forte encontro pessoal com Jesus. Aqui poderemos trocar experiências e partilhar as Graças que Deus manifesta em nossas vidas.Solicitamos a sua confirmação conosco da seguinte forma
1° Acessando o nosso blog e meditando as reflexos.
2° Participando com suas partilhas, postando-as nos comentários em baixo de cada postagem.
3° Divulgando O Seminário de Vida no Espírito Santo aos seu amigos das redes sociais.
Participe também de nosso I SVES on line...
"Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto." Is.55:6.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
SINOS QUE NOS FALAM, ENQUANTO DANÇAM.
“Amados pelo amado, somos amados para amar”.
Geralmente os objetos que produz um som são produzidos para transmitir uma mensagem. Por exemplo:
Uma sirene: emergência.
Uma buzina: alerta.
Um despertador: acorda-nos.
Um toque de celular: ágüem quer falar conosco.
Um apito: controlar.
E os sinos: para lembrarmos-nos de Deus.
È triste percebermos que com o tempo que temos que é dom de Deus nos organizamos para quase tudo em nosso dia-dia: Família, trabalho, lazer, etc., mas para Deus “nunca temos tempo”. E assim esquecemos que nossos relacionamentos familiares e sociais jamais serão sólidos se os mesmos não surgirem irrigados pela água da fonte que jorra do coração amoroso do Pai. Amor este que quando escuto o suave tocar daqueles oito sinos que lá do alto da torre da bela Catedral Santa Maria mãe de Deus que de meia em meia hora eles não se cansam de nos lembrar que “Amados pelo amado, somos amados para amar”.
Em virtude da altura não conseguimos perceber, mas envovendo o sino maior está cravado ao cobre a seguinte frase: “Amados pelo amado, somos amados para amar”. Sabendo que esta frase esta gravado a um dos sinos; logo imagino que com o seu tocar o que esta impresso no mesmo ressoa a onde chegue seu som. E cada vez que sou despertado no silêncio das manhãs com as melodia que são tocadas por eles, recordo do que esta estampando no metal, e ouço como que uma doce voz suavemente sussurrasse em meus ouvidos: “Amados pelo amado, somos amados para amar”. E ao longo do dia mesmo não ouvindo o soar dos mesmos, em virtude da distancia, mas sei que de meia em meia hora eles estão lá na torre “dançando e tocando” e nos recordado que. “Amados pelo amado, somos amados para amar”.
“Melodioso, disciplinado e amigo, o sino sempre nos lembra seu caráter genuinamente cristão. Quem não se encanta ao ouvir o sonoro timbre do sino que, do alto do campanário, nos convida a elevar nossa mente ao Céu e dirigir a Deus uma súplica, um louvor?
(Irmã Carmela Werner Ferreira,EP)
Em nossa vida, que é Dom do Pai, ouvindo ou não o som dos sinos, lembremos de lembrarmo-nos de que de meia em meia hora os oitos sinos sussurram: “Amados pelo amado, somos amados para amar”.
(Referente á Catedral Santa Maria Mãe de Deus, Diocese de Castanhal - Estado do Pará.)
Geralmente os objetos que produz um som são produzidos para transmitir uma mensagem. Por exemplo:
Uma sirene: emergência.
Uma buzina: alerta.
Um despertador: acorda-nos.
Um toque de celular: ágüem quer falar conosco.
Um apito: controlar.
E os sinos: para lembrarmos-nos de Deus.
È triste percebermos que com o tempo que temos que é dom de Deus nos organizamos para quase tudo em nosso dia-dia: Família, trabalho, lazer, etc., mas para Deus “nunca temos tempo”. E assim esquecemos que nossos relacionamentos familiares e sociais jamais serão sólidos se os mesmos não surgirem irrigados pela água da fonte que jorra do coração amoroso do Pai. Amor este que quando escuto o suave tocar daqueles oito sinos que lá do alto da torre da bela Catedral Santa Maria mãe de Deus que de meia em meia hora eles não se cansam de nos lembrar que “Amados pelo amado, somos amados para amar”.
Em virtude da altura não conseguimos perceber, mas envovendo o sino maior está cravado ao cobre a seguinte frase: “Amados pelo amado, somos amados para amar”. Sabendo que esta frase esta gravado a um dos sinos; logo imagino que com o seu tocar o que esta impresso no mesmo ressoa a onde chegue seu som. E cada vez que sou despertado no silêncio das manhãs com as melodia que são tocadas por eles, recordo do que esta estampando no metal, e ouço como que uma doce voz suavemente sussurrasse em meus ouvidos: “Amados pelo amado, somos amados para amar”. E ao longo do dia mesmo não ouvindo o soar dos mesmos, em virtude da distancia, mas sei que de meia em meia hora eles estão lá na torre “dançando e tocando” e nos recordado que. “Amados pelo amado, somos amados para amar”.
“Melodioso, disciplinado e amigo, o sino sempre nos lembra seu caráter genuinamente cristão. Quem não se encanta ao ouvir o sonoro timbre do sino que, do alto do campanário, nos convida a elevar nossa mente ao Céu e dirigir a Deus uma súplica, um louvor?
(Irmã Carmela Werner Ferreira,EP)
Em nossa vida, que é Dom do Pai, ouvindo ou não o som dos sinos, lembremos de lembrarmo-nos de que de meia em meia hora os oitos sinos sussurram: “Amados pelo amado, somos amados para amar”.
(Referente á Catedral Santa Maria Mãe de Deus, Diocese de Castanhal - Estado do Pará.)
terça-feira, 14 de junho de 2011
UMA DECLARAÇÃO DE AMOR EM UMA SEPULTURA QUE NÃO DEU TEMPO DE SER RECITADA.
O homem e a mulher, que tem em sua essência as marcas do Sagrado por natureza, pois quando foi plasmado por Deus o mesmo deu-lhe do que lhe é próprio: o seu Amor. No relato do livro de gênese quando O autor da vida sopra nas narinas do homem com o sopro da vida Ele imprime no mesmo as marcas desse amor para que o mesmo seja sinal do Sagrado neste mundo cof Gn. 2 7. Portanto o mesmo é convidado a fazer diariamente a experiência do Amor de Deus em sua vida, transformando-a em gestos concretos de caridade para com os seus. Assim, deixando “rastros” de Deus na vida do outro, principalmente, com aqueles que estão mais próximo: em casa. No entanto, conscientes da presença de Deus em nós, deveríamos ver o outro como presente que enriquece nossa existência. Como diz a letra da música “Pais e filhos”: “... É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã. Porque se você parar pra pensar Na verdade não há...”.
Ao cair da tarde, quando retorno para minha casa, algumas vezes “pego um atalho” por dentro do cemitério. Aproveitando a caminhada sem muita pressa visito o túmulo de uma filha, e vou gastando tempo para ler as mais belas declarações de amor que “rasgam as minhas emoções” do tipo: do esposo para sua amada esposa, da esposa para o amado esposo, de pais para seus queridos filhos, de filhos para seus pais muito amados, de avós para netos, de netos para avós e outros que fizeram parte de suas vidas. Essas declarações são sempre carregadas dos mais sinceros sentimentos. Quanta são as vezes que fico imaginando o estado de espírito da pessoa que ditava cada palavra ao artista que as gravou nas lapides. Entre cada frase recitada muitas lágrimas e cada palavra foi sendo gravada nas pedras duras e frias do mármore. Diante de cada declaração as vezes brota em meu coração: “muitas destas frase nunca foram declaradas e ouvidas no calor das emoções, com um olhar compreensivo e um afetuoso abraço para com essa pessoa.
Há quanto tempo seu esposo, esposa namorado, namorada, filho, filha, papai, mamãe, vovó, vovô,tios e amigos não ouve de seus lábios “palavrinhas mágicas”, como: “eu te amo”, “você é o meu maior presente”, “como é bom esta perto de você”, “você é muito especial”, “estava com saudades”, “que bom que você chegou”, “fica mais um pouco”? Palavras estas que deixam as “Marcas do Sagrado em quem as ouve e em que as declama”, e assim elas vão curando as feridas que são abertas pelas mais diversas situações do dia-a-dia.
Palavras, frases e declarações que deveriam ser expressas no nosso “hoje”, como bem indagam os versos da canção acima mencionada: “... Porque se você parar pra pensar Na verdade não há”. Quando ouço o poeta dizer: ”não há”. Na verdade, o que ele quer nos dizer é: “o amanhã pode não existir para quem gostaríamos de ter falado aquela frase que esta prontinha em nossos corações, não perca tempo fale ainda hoje”. Para que não seja surpreendido com essa provocação: Para que serve uma declaração de amor na sepultura?
Ao cair da tarde, quando retorno para minha casa, algumas vezes “pego um atalho” por dentro do cemitério. Aproveitando a caminhada sem muita pressa visito o túmulo de uma filha, e vou gastando tempo para ler as mais belas declarações de amor que “rasgam as minhas emoções” do tipo: do esposo para sua amada esposa, da esposa para o amado esposo, de pais para seus queridos filhos, de filhos para seus pais muito amados, de avós para netos, de netos para avós e outros que fizeram parte de suas vidas. Essas declarações são sempre carregadas dos mais sinceros sentimentos. Quanta são as vezes que fico imaginando o estado de espírito da pessoa que ditava cada palavra ao artista que as gravou nas lapides. Entre cada frase recitada muitas lágrimas e cada palavra foi sendo gravada nas pedras duras e frias do mármore. Diante de cada declaração as vezes brota em meu coração: “muitas destas frase nunca foram declaradas e ouvidas no calor das emoções, com um olhar compreensivo e um afetuoso abraço para com essa pessoa.
Há quanto tempo seu esposo, esposa namorado, namorada, filho, filha, papai, mamãe, vovó, vovô,tios e amigos não ouve de seus lábios “palavrinhas mágicas”, como: “eu te amo”, “você é o meu maior presente”, “como é bom esta perto de você”, “você é muito especial”, “estava com saudades”, “que bom que você chegou”, “fica mais um pouco”? Palavras estas que deixam as “Marcas do Sagrado em quem as ouve e em que as declama”, e assim elas vão curando as feridas que são abertas pelas mais diversas situações do dia-a-dia.
Palavras, frases e declarações que deveriam ser expressas no nosso “hoje”, como bem indagam os versos da canção acima mencionada: “... Porque se você parar pra pensar Na verdade não há”. Quando ouço o poeta dizer: ”não há”. Na verdade, o que ele quer nos dizer é: “o amanhã pode não existir para quem gostaríamos de ter falado aquela frase que esta prontinha em nossos corações, não perca tempo fale ainda hoje”. Para que não seja surpreendido com essa provocação: Para que serve uma declaração de amor na sepultura?
quarta-feira, 8 de junho de 2011
A LIÇÃO DE AMOR DO PELICANO
Sempre atraiu minha atenção sacrários com imagem de um pássaro bicando seu próprio peito. Por fim, descobrir que se tratava de um pássaro chamado pelicano, uma ave que rasga sua própria carne para alimenta seus filhotes. Quando estes não têm o que comer, a ave adulta rasga o próprio peito para alimentar os filhotes famintos. Desta forma, a teologia cristã procura fazer com que possamos compreender o que Jesus fez na cruz, e o que se realiza diariamente em nossos altares em cada missa celebrada. Esta seria uma maneira simples de compreendermos o que Deus faz em Jesus como alimento: doa-se inteiramente, com Seu próprio Corpo e seu Sangue para alimentar seus filhos.
Diz Jesus: “Aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue tem vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue verdadeira bebida. Aquele que come a minha carne e bebe meu sangue permanece em mim e eu nele” (Jo 6, 54-56)
Por isso, a Eucaristia - Sacramento da Caridade por excelência - deveria provocar no coração daquele que A recebe o desejo ardente de doar-se em prol do outro. Pois é na Eucaristia que somos alimentados para sermos discípulos missionários do Amor de Deus, discípulos do próprio Cristo, neste mundo, onde muitos estão “famintos e sedentos” da Palavra de Deus. Não apenas com as pregações eloqüentes, que na maioria das vezes tem mais o interesse de promover alguns que se dizem “pregadores” do que matar a fome que mais destrói o homem: a fome de Deus. Porém, a verdadeira missão daquele que é verdadeiramente “Discípulo Eucarístico” deveria ser iniciada na base do serviço, concretizando o que o próprio nos ordenou e fez na Última Ceia: “Lavai os pés uns dos outros...” – isto deveria ser a base da nossa missão.
Certa vez um filósofo ateu afirmou: “O homem é aquilo que come”, com o intuito de dizer que no homem não existe diferença qualitativa entre matéria (carne) e espírito, onde tudo se reduz a composição da própria matéria, ou seja, que não precisaríamos nos ater a existência de Deus para a nossa própria vida.
Certa vez mediante á uma situação contraria a um planejamento ouvir de nosso bispo Dom Carlos a seguinte frase: “De todo mal Deus tira um bem!” Contudo, esta tese do filosofo acabou contribuindo para a melhor formulação aplicada a um mistério cristão. Graças à Eucaristia, o cristão é verdadeiramente aquilo que come. “A nossa participação no corpo e sangue de Cristo nada mais pretende senão tornar-nos naquilo que comemos” (São Leão Magno). Por isso, só compreenderemos o que Cristo quis nos dizer com o gesto do lava-pés à medida que nos tornamos semelhantes a Ele, através da Eucaristia.
Para tomarmos a mesma atitude do pelicano ao ver seus filhos famintos: doar a sua própria carne para que eles vivam. Isso é o ápice daquele que compreende o mistério da Eucaristia e descobre em si mesmo o próprio Cristo, por compreender este grande gesto de Amor. Por isso, somos convidados a dispor para o bem do outro o que temos naquele instante, mesmo que seja alguns segundos de atenção ou até mesmo a própria vida.
Erramos ao pensar que devemos nos doar no “meu instante”, esquecendo que talvez esse “meu instante” seja tarde para aquele que “gritava de fome”. Basta apenas olharmos ao nosso redor. Quantos olhares? Quantas mãos estendidas? Quantos rostos pedintes? Todos querendo “apenas” o mesmo alimento que estamos recebendo: O Corpo e Sangue de Cristo.
O pelicano possui em sua natureza o instinto de alimentar seus filhotes com a própria carne. Nós só seremos capazes de compreender essa atitude quando reconhecermos que em nossa carne está também a carne de Cristo, que se doou
Diz Jesus: “Aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue tem vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue verdadeira bebida. Aquele que come a minha carne e bebe meu sangue permanece em mim e eu nele” (Jo 6, 54-56)
Por isso, a Eucaristia - Sacramento da Caridade por excelência - deveria provocar no coração daquele que A recebe o desejo ardente de doar-se em prol do outro. Pois é na Eucaristia que somos alimentados para sermos discípulos missionários do Amor de Deus, discípulos do próprio Cristo, neste mundo, onde muitos estão “famintos e sedentos” da Palavra de Deus. Não apenas com as pregações eloqüentes, que na maioria das vezes tem mais o interesse de promover alguns que se dizem “pregadores” do que matar a fome que mais destrói o homem: a fome de Deus. Porém, a verdadeira missão daquele que é verdadeiramente “Discípulo Eucarístico” deveria ser iniciada na base do serviço, concretizando o que o próprio nos ordenou e fez na Última Ceia: “Lavai os pés uns dos outros...” – isto deveria ser a base da nossa missão.
Certa vez um filósofo ateu afirmou: “O homem é aquilo que come”, com o intuito de dizer que no homem não existe diferença qualitativa entre matéria (carne) e espírito, onde tudo se reduz a composição da própria matéria, ou seja, que não precisaríamos nos ater a existência de Deus para a nossa própria vida.
Certa vez mediante á uma situação contraria a um planejamento ouvir de nosso bispo Dom Carlos a seguinte frase: “De todo mal Deus tira um bem!” Contudo, esta tese do filosofo acabou contribuindo para a melhor formulação aplicada a um mistério cristão. Graças à Eucaristia, o cristão é verdadeiramente aquilo que come. “A nossa participação no corpo e sangue de Cristo nada mais pretende senão tornar-nos naquilo que comemos” (São Leão Magno). Por isso, só compreenderemos o que Cristo quis nos dizer com o gesto do lava-pés à medida que nos tornamos semelhantes a Ele, através da Eucaristia.
Para tomarmos a mesma atitude do pelicano ao ver seus filhos famintos: doar a sua própria carne para que eles vivam. Isso é o ápice daquele que compreende o mistério da Eucaristia e descobre em si mesmo o próprio Cristo, por compreender este grande gesto de Amor. Por isso, somos convidados a dispor para o bem do outro o que temos naquele instante, mesmo que seja alguns segundos de atenção ou até mesmo a própria vida.
Erramos ao pensar que devemos nos doar no “meu instante”, esquecendo que talvez esse “meu instante” seja tarde para aquele que “gritava de fome”. Basta apenas olharmos ao nosso redor. Quantos olhares? Quantas mãos estendidas? Quantos rostos pedintes? Todos querendo “apenas” o mesmo alimento que estamos recebendo: O Corpo e Sangue de Cristo.
O pelicano possui em sua natureza o instinto de alimentar seus filhotes com a própria carne. Nós só seremos capazes de compreender essa atitude quando reconhecermos que em nossa carne está também a carne de Cristo, que se doou
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